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	<title>Yet Another Blog &#187; Informática</title>
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	<description>rcg.pt</description>
	<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 14:23:05 +0000</pubDate>
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		<title>Time Machine no Tiger ou no Linux</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/09/time-machine-no-tiger-ou-no-linux/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 23:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<category><![CDATA[Perl]]></category>

		<category><![CDATA[Tiger]]></category>

		<category><![CDATA[Time Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás, depois de começar a usar um MacBook como a minha máquina principal, decidi voltar a meter o Tiger no meu PowerBook. Tendo em conta o pouco uso que lhe dou actualmente, chega perfeitamente. A única funcionalidade que senti mesmo falta, foi a Time Machine.
Tendo em conta que era uma funcionalidade que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás, depois de começar a usar um MacBook como a minha máquina principal, decidi voltar a meter o Tiger no meu PowerBook. Tendo em conta o pouco uso que lhe dou actualmente, chega perfeitamente. A única funcionalidade que senti mesmo falta, foi a Time Machine.</p>
<p>Tendo em conta que era uma funcionalidade que também me dava jeito no Linux, decidi investigar um pouco, para ver se encontrava alguma alternativa. Depois de ler <a href="http://www.macgeekery.com/tips/automation/time_machine_for_tiger">isto</a> e <a href="http://www.mikerubel.org/computers/rsync_snapshots/">isto</a>, consegui perceber o funcionamento da Time Machine. As <em>scripts</em> apresentadas nos sites indicados, tinha o problema de não fazer uma gestão tão elaborada dos <em>backups</em> antigos como a Time Machine. Assim, decidi fazer uma <em>script</em> um pouco mais completa.</p>
<p>O resultado final pode ser encontrado <a href="http://rcg-pt.net/programacao/incbackup.zip">aqui</a>.</p>
<p>É uma <em>script</em> Perl, que faz <em>backups</em> incrementais (usando o <code>rsync</code>), e que apenas apaga os antigos, caso seja usada uma opção disponível para esse efeito. A estratégia seguida para apagar <em>backups</em> antigos é semelhante à seguida na Time Machine: <em>backups</em> das últimas 24 horas, <em>backups</em> diários dos últimos 30 dias, e <em>backups</em> semanais no resto (no entanto, alterando algumas varáveis na <em>script</em>, podemos adaptar isto às nossas necessidade).</p>
<p>Para ter a <em>script</em> a correr de hora em hora, é só adicionar uma entrada no <em>cron</em> (o ideal seria usar o <em>launchd</em>, mas estava a ter alguns problemas com esta alternativa).</p>
<p><strong>NOTA:</strong> A <em>script</em> foi testada em Linux (Debian 4.0) e em MacOSX, estando, aparentemente, a funcionar sem problemas. Ainda assim, recomendo algum cuidado com a sua utilização, pois pode conter <em>bugs</em>. Deverá funcionar em qualquer sistema UNIX, mas não testei em mais nenhum, para além dos 2 anteriormente citados.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Os factos da Microsoft… (2)</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/09/os-factos-da-microsoft-2/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/09/os-factos-da-microsoft-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 18:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Factos]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Suspensão de negociação em Londres é a maior em oito anos
Uma falha informática, que impede a conectividade do sistema, é a justificação para a maior suspensão da negociação em oito anos de uma das praças financeiras mais antigas do mundo, a London Stock Exchange (LSE).
[...]

Via P@P.
Leitura complementar: Os factos da Microsoft&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#038;id=330308"><p><strong>Suspensão de negociação em Londres é a maior em oito anos</strong></p>
<p>Uma falha informática, que impede a conectividade do sistema, é a justificação para a maior suspensão da negociação em oito anos de uma das praças financeiras mais antigas do mundo, a London Stock Exchange (LSE).</p>
<p>[...]</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/newsheader.jpg"><img src="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/newsheader-300x101.jpg" alt="Get the Facts - LSE" title="get_the_facts-lse" width="300" height="101" class="size-medium wp-image-173" /></a></p>
<p>Via <a href="http://www.portugal-a-programar.org/forum/index.php/topic,28940.0.html">P@P</a>.</p>
<p>Leitura complementar: <a href="http://blog.rcg-pt.net/2008/07/os-factos-da-microsoft/">Os factos da Microsoft&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os macs são caros?</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/08/os-macs-sao-caros/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/08/os-macs-sao-caros/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 12:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Custo]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com um artigo da Tom&#8217;s Hardware, a resposta a esta pergunta não é o &#8220;sim&#8221; incondicional que muita gente teima em dar.
Já em vários momentos fiz pesquisas à procura de portáteis para recomendar a amigos, e era frequente chegar à conclusão de que o MacBook era uma das melhores opções. Em algumas discussões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um artigo da <a href="http://www.tomshardware.com">Tom&#8217;s Hardware</a>, a resposta a esta pergunta não é o &#8220;sim&#8221; incondicional que muita gente teima em dar.</p>
<p>Já em vários momentos fiz pesquisas à procura de portáteis para recomendar a amigos, e era frequente chegar à conclusão de que o MacBook era uma das melhores opções. Em algumas discussões que tive que colegas sobre os preços dos macs, também chamava frequentemente à atenção para o facto de não se estarem a comparar máquinas exactamente iguais, e de, normalmente, algumas vantagens dos macs serem ignoradas. No entanto, sempre aceitei a ideia de que, tirando o caso do MacBook, os macs eram um pouco caros.</p>
<p>Hoje, depois de ler este artigo, <a href="http://www.tomshardware.com/reviews/apple-mac-leopard-windows-vista,1985.html">The Apple Mac Cost Misconception</a>, percebi que os macs não são significativamente mais caros quando comparados com pcs de qualidade equivalente (em vez de se fazer a comparação com pcs que <em>fazem o mesmo</em>). Isto pelo menos quando escolhemos os modelos base do macs. Os problemas são mesmo os <em>upgrades</em>, que na Apple já ficam bem mais caros do que consegue noutros lados&#8230;</p>
<p>Via <a href="http://www.tuaw.com/2008/08/07/toms-hardware-says-apple-and-pc-prices-are-equivalent/">TUAW</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/08/adopcao-de-normas-abertas-nos-sistemas-informaticos-do-estado/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/08/adopcao-de-normas-abertas-nos-sistemas-informaticos-do-estado/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 22:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Estado]]></category>

		<category><![CDATA[Normas Abertas]]></category>

		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Se há coisa que me irrita, é passar a vida a receber documentos disponibilizados apenas no formato doc, muitos deles, provenientes de organismos públicos, e que sou obrigado a ler. Assim, fico contente por ver esta iniciativa PCP, que espero, venha a mudar esta situação, e outras igualmente limitadoras da liberdades dos cidadãos.
Projecto de Lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se há coisa que me irrita, é passar a vida a receber documentos disponibilizados apenas no formato <em>doc</em>, muitos deles, provenientes de organismos públicos, e que sou obrigado a ler. Assim, fico contente por ver esta iniciativa PCP, que espero, venha a mudar esta situação, e outras igualmente limitadoras da liberdades dos cidadãos.</p>
<p><a href="http://www.pcp.pt/index2.php?option=com_content&#038;do_pdf=1&#038;id=32384">Projecto de Lei n.º 577/X - Normas abertas para informática do Estado</a></p>
<blockquote><p><strong>Exposição de Motivos</strong></p>
<p>Numa época em que os Estados recorrem cada vez mais à desmaterialização de processos administrativos e aos suportes digitais, a gestão e a conservação de dados em formatos electrónicos assume uma dimensão de importância estratégica nacional.</p>
<p>Actualmente, as instituições continuam a emitir, trocar e e arquivar uma parte substancial da sua informação em suporte digital através de formatos proprietários. Trata-se de formatos de documentos cujas especificações técnicas não são tornadas públicas pelas empresas que os promovem - pelo contrário, estes formatos são normalmente cobertos por regimes de protecção da propriedade intelectual (como o registo de patentes ou o copyright).</p>
<p>Isto significa que, se a informação em causa é armazenada num formato que o fornecedor de software detém e controla, então pode acontecer que o Estado tenha a capacidade de possuir a informação, mas não tenha nenhuma maneira de a recuperar, excepto usando o software daquela empresa em questão. Se o titular dessa informação não a pode recuperar sem o consentimento do fabricante do software, então estamos perante uma situação de controlo da informação, com  implicações que podem assumir a maior gravidade.</p>
<p>Daqui resulta claro que o Estado deve garantir a soberania e o controlo sobre a informação de que é titular, pelo que não pode emitir e manter documentos em formatos cuja utilização dependa potencialmente de opções estratégicas de empresas privadas. Em larga medida, é isso que sucede actualmente. Ainda hoje, no portal da Assembleia da República na Internet, recentemente remodelado, o acesso dos cidadãos aos textos das iniciativas legislativas apresentadas no Parlamento (projectos e propostas de lei ou de resolução, etc.) é disponibilizado através de um formato proprietário, assim como outras informações e aplicações.</p>
<p>Esta situação suscita outro problema central, que se prende com o respeito pela liberdade de opção dos cidadãos na utilização de tecnologias, que o Estado tem evidentemente o dever de garantir e promover. Os cidadãos e as organizações devem poder optar livremente pelas soluções informáticas da sua conveniência e preferência, ao invés de lhes ser imposto pelo Estado, directa ou indirectamente, o recurso a determinadas marcas ou produtos.</p>
<p>Ainda na Sessão Legislativa que agora termina, o Grupo Parlamentar do PCP teve a oportunidade de alertar [Requerimento n.º 949/X (3.ª) AC de 20/3/08] para a situação que actualmente se verifica em todos os municípios: a Direcção-Geral das Autarquias Locais exige, para efeitos de fiscalização do cumprimento da Lei das Finanças Locais, que as câmaras municipais instalem e utilizem uma aplicação informática (&#8221;SIAL&#8221;) que, segundo instruções da própria Direcção-Geral, só pode funcionar em computadores com os seguintes programas: sistema operativo Microsoft Windows XP (ou superior); Microsoft Office 2003; Microsoft Office 2003 Web Components e Microsoft Internet Explorer 6.0 ou superior (ou compatível) com ligação activa. Trata-se de um exemplo particularmente negativo de dependência tecnológica do Estado para com tecnologias proprietárias, imposta e promovida directamente pelo Poder Central.</p>
<p>Pelo contrário, o que já sucede com o Diário da República Electrónico demonstra que é possível optar por formatos abertos para a publicação de documentos oficiais, respeitando e cumprindo aliás recomendações do Consórcio W3C (consórcio internacional responsável pela rede www), inclusivamente no que concerne à acessibilidade e ergonomia dos conteúdos disponibilizados. Recorrendo ao formato aberto &#8220;PDF&#8221; (portable document format), cujas especificações técnicas e direitos de propriedade intelectual pertencem já na sua parte substancial ao domínio público, o Estado português garante assim, no presente e no futuro, o acesso público aos documentos em questão. O que é particularmente importante quando os documentos em causa são as páginas do Diário da República&#8230;</p>
<p>Em suma, serviços públicos - e documentos públicos - não podem recorrer a formatos privados (proprietários). O próprio conceito de documento público implica a existência de formatos públicos, e isso significa a aplicação de normas abertas. Por outro lado, por razões de eficiência, soberania e segurança, é indispensável promover a interoperabilidade dos sistemas informáticos do Estado.</p>
<p>Interoperabilidade pressupõe compatibilidade de sistemas. Segundo a definição da ISO (a organização Internacional para a Padronização), que é aliás adoptada no articulado deste projecto de lei, trata-se da capacidade de dois ou mais sistemas (computadores, meios de comunicação, redes, software e outros componentes de tecnologia da informação) de interagir e de trocar dados de acordo com um método definido, de forma a obter os resultados esperados. Esta interacção, para ser universal no presente e no futuro, exige que os formatos definidos como norma - os standards - sejam abertos, isto é, possam ser livremente utilizados.</p>
<p>Por todas estas razões, este é um assunto suficientemente importante para justificar a aprovação de uma Lei da Assembleia da República.</p>
<p>[...]
</p></blockquote>
<p>Via <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/08/02/projecto-lei-normas-abertas/">Software Livre no Sapo</a>.</p>
<p>PS: <a href="http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?ID=34060">Não deixa de ser irónico que, no <em>site</em> da Assembleia da República, tenham disponibilizado o documento no formato doc.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Time Machine e SMB</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/time-machine-e-smb/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/time-machine-e-smb/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 15:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[SMB]]></category>

		<category><![CDATA[Time Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de alguns dias de luta, finalmente consegui pôr a Time Machine a fazer backups para o disco do router!
Primeiro comecei por tentar usar SMB, e depois alguns problemas com permissões, lá consegui montar o volume com permissões de escrita. No entanto, quando tentava fazer o backup, dava sempre erro.
Depois, tentei pôr Netatalk a funcionar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de alguns dias de <em>luta</em>, finalmente consegui pôr a Time Machine a fazer <em>backups</em> para o disco do <em>router</em>!</p>
<p>Primeiro comecei por tentar usar <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym>, e depois alguns problemas com permissões, lá consegui montar o volume com permissões de escrita. No entanto, quando tentava fazer o <em>backup</em>, dava sempre erro.<br />
Depois, tentei pôr <a href="http://netatalk.sourceforge.net/"><em>Netatalk</em></a> a funcionar no <em>router</em>, para partilhar o disco por <acronym title="Apple Filing Protocol">AFP</acronym>, que sendo o protocolo da Apple, funcionaria de certeza com a Time Machine. Apesar de ter conseguido instalar o <em>software</em> necessário, nunca consegui arrancá-lo.<br />
Depois virei-me para o <acronym title="Network File System">NFS</acronym>, e depois de muito tempo perdido de volta do ficheiro de configuração (mais uma vez, para acertar permissões), e de mais algum tempo de volta de um problema que fazia com que não conseguisse montar o volume no MacOSX, lá consegui ter o disco disponível. Mais uma vez, quando fui tentar usar a Time Machine com o disco, não consegui.<br />
Pelo meio, ainda tentei usar <acronym title="File Transfer Protocol">FTP</acronym>, mas a Time Machine nem aceitava o volume.</p>
<p>Resolvi então voltar a virar-me para o <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym> (por ser o mais simples de pôr a funcionar no <em>router</em>), e tentar resolver o erro da Time Machine. Foi então que cheguei a <a href="http://hupio.wordpress.com/2008/04/27/osx-timemachine-and-sambawindows-share/">este <em>site</em></a>, e depois de mais algumas hora, lá consegui fazer o <em>backup</em>!</p>
<p>Ficam então aqui os passos necessários para se pôr a Time Machine a usar um volume <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym>.</p>
<p>O primeiro passo é, obviamente, pôr o <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym> disponível, com permissões de escrita. Por omissão, a Time Machime não vai ver este volume, e não o poderemos escolher. Para corrigir este problema, basta executar o comando:</p>
<p style="font-size: 9px; text-align: left;"><code>defaults write com.apple.systempreferences TMShowUnsupportedNetworkVolumes 1</code></p>
<p>Agora já podemos escolher o volume nas preferências da Time Machine. No entanto, no meu caso, quando tentava fazer o <em>backup</em>, depois de algum tempo em preparação, obtinha um erro a dizer que não conseguia criar a imagem.</p>
<p>Para resolver este problema, a solução parece ser criar uma <em>sparsebundle image</em> para a Time Machine usar. Isso pode ser feito através do Terminal, com o comando:</p>
<p style="font-size: 9px; text-align: left;"><code>hdiutil create -size</code> <em>&lt;tam&gt;</em><code>g -fs HFS+J -type SPARSEBUNDLE -volname</code> <em>&lt;nome_vol&gt; &lt;nome_comp&gt;</em><code>_</code><em>&lt;mac_addr&gt;</em><code>.sparsebundle</code></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li><em>&lt;tam&gt;</em> é o tamanho da imagem a criar, e será o tamanho máximo disponível para os <em>backups</em> (neste caso, a unidade é GB)</li>
<li><em>&lt;nome_vol&gt;</em> é o nome que vamos dar à imagem (este parâmetro não é muito relevante)</li>
<li><em>&lt;nome_comp&gt;</em> é o nome do computador (pode ser visto em <em>System Preferences > Sharing</em>)</li>
<li><em>&lt;mac_addr&gt;</em> é o <em>mac address</em> da placa <em>ethernet</em></li>
</ul>
<p>No meu caso, fiquei com um comando semelhante a este:</p>
<p style="font-size: 9px; text-align: left;"><code>hdiutil create -size 20g -fs HFS+J -type SPARSEBUNDLE -volname "Backup rcg" rcg_003f3baf65f1.sparsebundle</code></p>
<p>Depois disso, move-se a imagem criada para o volume onde queremos fazer os <em>backups</em> (não é boa ideia criar a imagem directamente onde vamos fazer <em>backup</em>, pois o processo será mais lento).</p>
<p>Supostamente, isto devia ser suficiente para os <em>backups</em> passarem a funcionar&#8230; No meu caso, ainda estava a obter um erro, a dizer que não conseguia montar o volume. Só quando desconectei o volume é que os <em>backups</em> deixaram de dar problemas (isto é um pouco estranho, mas pronto).</p>
<p>E é isto, agora já não preciso de passar a vida a ligar e desligar o disco externo. A velocidade não é grande coisa, mas se não fizerem grandes alterações às pastas que fazem <em>backups</em>, deve ser suficiente.<br />
De referir que já li alguns relatos de erros que levaram à perda dos <em>backups</em>, por isso, se estes forem muito importantes para vocês, recomendo que não usem (apenas) este método.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/time-machine-e-smb/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Tem algo a dizer? Não hesite! :)&#8221;</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/tem-algo-a-dizer-nao-hesite/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/tem-algo-a-dizer-nao-hesite/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 12:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.rcg-pt.net/?p=122</guid>
		<description><![CDATA[Esta frase pode ser encontrada acima da caixa de comentários de um blog que costumo ler. No entanto, acho que os autores do blog deviam fazer uma ligeira alteração à frase: &#8220;Tem algo a dizer? Se concorda connosco, Não hesite! :)&#8221;.
Na sequência da discussão deste post, resolvi fazer alguns comentários. Não ao post em si, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta frase pode ser encontrada acima da caixa de comentários de <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/07/11/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/">um <em>blog</em> que costumo ler</a>. No entanto, acho que os autores do <em>blog</em> deviam fazer uma ligeira alteração à frase: &#8220;Tem algo a dizer? Se concorda connosco, Não hesite! :)&#8221;.</p>
<p>Na sequência da discussão <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/07/11/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/">deste post</a>, resolvi fazer alguns comentários. Não ao <em>post</em> em si, pois acreditei que até era verdade o que diziam (aparentemente, depois de vermos alguns comentários, percebemos que algumas informações  talvez não sejam totalmente verdadeiras), e faziam muito bem em informar os consumidores. Apenas respondi a alguns comentários já existentes (sendo o que motivou a minha primeira intervenção, da autoria do autor do <em>post</em>), com os quais não concordava.</p>
<p>Vai-se lá saber porquê (algo me diz que foi por discordar das ideias dos autores do <em>blog</em>), os meus comentários foram apagados. Acho que censurar comentários num <em>blog</em> (ou num fórum, ou noutra coisa semelhante), é mau, e só demonstrar que algumas pessoas apenas querem impor as suas ideias aos outros, sem as discutir sequer. Mas há alguns motivos pelos quais aceito que se tome essa atitude, nomeadamente, quando os comentários se afastam do assunto em discussão, o que até era o caso. Não sei se foi este o motivo, mas se foi, tendo em conta que no meu primeiro comentário me limitei a responder a uma questão implícita num comentário do autor do <em>post</em>, se calhar não devia ser só o meu comentário a ser apagado. Além disso, todos os outros eram respostas a comentários que se mantinham fora do assunto inicial, mas que não fora apagados (será porque eram favoráveis às opiniões do <em>blog</em>?).</p>
<p>Mas o pior de tudo, é que as respostas aos meus comentários continuaram por lá. Ora isto parece-me uma falta de seriedade bastante grande, pois deixam as pessoas fazerem-nos as críticas que quiserem, e retiram-nos a hipótese de nos defendermos e refutarmos essas críticas. Mais ainda, numa das respostas do autor do <em>post</em> (que pode ser vista no fundo da imagem que está <a href="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/sl-coment.png">neste link</a>*), este dá a ideia que eu defendo uma coisa, quando eu tinha dito explicitamente no final de um comentário que ele cita, que não defendia isso (curiosamente, omitiu na citação a parte onde eu dizia isso), e coloca-me questões às quais ele (pressuponho que sendo um dos autores do <em>blog</em> também tenha alguma responsabilidade nos comentários que são apagados) não me dá a hipótese de responder.</p>
<p>Penso que isto é particularmente grave, sobretudo o facto do autor do <em>post</em> ter deixado uma resposta a um comentário que apagou (se não foi ele, tal como já disse, penso que devia poder intervir no assunto), e que sabe que não pode ser criticada. É curioso que sejam atitudes tomadas por pessoas que se dizem defensoras da liberdade (ou pelo menos da liberdade no software)&#8230; Parece que têm um conceito de liberdade estranho.</p>
<hr width="40%" align="left"/>
<p>* Na mesma imagem, podem ver na parte de cima a citação de um <em>post</em> que parece deitar por terra a afirmação de que &#8220;O iPhone bloqueia o Software Livre&#8221; presente no <em>post</em> inicial (que se intitula <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/07/11/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/"><em>5 motivos para evitar o iPhone 3G</em></a>), mas curiosamente, o autor da resposta, que é o também o autor do <em>post</em>, ignora que a sua afirmação parece ser inválida, e em vez de tentar mostrar que não, resolve tentar encontrar outros defeitos na política da Apple (sublinho que também acho que não faz qualquer sentido que a Apple controle o software que é instalado no iPhone, e que obrigue os programadores a darem-lhe parte das receitas obtidas com a comercialização de software para o iPhone).<br />
E já agora, aparentemente, a afirmação do &#8220;iphone tracking&#8221; também é falsa, pelo menos já há lá um comentário a dizer porquê, e ainda não vi ninguém a mostrar que ele estava errado.<br />
É claro que os <em>erros</em> continuam no <em>post</em> inicial, o que dá a entender que o objectivo dos autores não é informar os consumidores de possíveis defeitos do iPhone, mas defender cegamente um ponto de vista.</p>
<hr width="40%" align="left"/>
<p>(editado a 14 de Julho de 2008, às 15h35min)</p>
<p><strong>NOTA:</strong> O Rui Seabra (autor do <em>post</em> em discussão), deixou alguns esclarecimentos ao assunto. De acordo com o mesmo, tratou-se de um problema do sistema anti-spam. Para mais esclarecimentos podem ler os comentários.<br />
De referi que, à data da escrito deste post, as afirmações que fiz eram válidas (embora algumas das <strong>suposições</strong> o pudessem não ser, nomeadamente no que respeita às possibilidades do Rui Seabra intervir no assunto).<br />
Por último, agradeço o facto deste ter recuperado os meus comentários.</p>
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		<title>Os factos da Microsoft&#8230;</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/os-factos-da-microsoft/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 09:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Factos]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<category><![CDATA[Universidade do Minho]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se já alguma vez reparam nas campanhas publicitárias da Microsoft &#8220;Obtenha os factos&#8221;, mas se não viram, podem encontrá-las, por exemplo, aqui ou aqui.
O primeiro comentário que tenho sobre estas campanhas, é que é muito complicado comparar Windows com Linux, ou OpenOffice com MS Office. Por exemplo, dizer que se obtém mais produtividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se já alguma vez reparam nas campanhas publicitárias da Microsoft &#8220;Obtenha os factos&#8221;, mas se não viram, podem encontrá-las, por exemplo, <a href="http://www.microsoft.com/portugal/obtenhafactos/office.mspx">aqui</a> ou <a href="http://www.microsoft.com/portugal/obtenhafactos/default.mspx">aqui</a>.</p>
<p>O primeiro comentário que tenho sobre estas campanhas, é que é muito complicado comparar Windows com Linux, ou OpenOffice com MS Office. Por exemplo, dizer que se obtém mais produtividade com um do que com outro, muitas vezes deve-se apenas ao facto de estarmos mais habituado a usar um do que o outro. No entanto, quando me dizem que o Windows lhes permitiu obter maior fiabilidade do que o Linux, questiono-me sobre quais eram os administradores de sistemas que mantiveram a instalação do Linux, ou qual a distribuição usada&#8230;</p>
<p>Mas a razão pela qual escrevo este <em>post</em>, é sobre um dos casos práticos em particular, do qual posso falar por experiência: o da <a href="http://www.microsoft.com/portugal/obtenhafactos/casospraticos/uminho.mspx">Universidade do Minho (UM)/<em>Blackboard</em></a>.</p>
<p>Apresentar esta caso como exemplo, é, no mínimo, ridículo. E porquê? Basicamente em todo o meu percurso académico (que decorreu na <a href="http://www.uminho.pt"><acronym title="Universidade do Minho">UM</acronym></a>), só tive um professor que usou a plataforma, e não é difícil entender esta opção, pois a plataforma era difícil de utilizar, pouco funcional, e pouco <em>usável</em>, quer para os professores, quer para os alunos. Depois, os <a href="http://www.sapia.uminho.pt/">serviços de informática</a> da <acronym title="Universidade do Minho">UM</acronym>, são do pior que pode haver (e sempre me fez confusão que uma universidade com um <a href="http://www.di.uminho.pt">Departamento de Informática</a> como a <acronym title="Universidade do Minho">UM</acronym>, prestasse tão maus serviços nesta área, excepção feita aos serviços prestados directamente pelo <acronym title="Departamento de Informática">DI</acronym>), e <em>nunca</em> sabem resolver os problemas que surgem aos alunos. Logo, é de esperar que não se atribua muita credibilidade às escolhas feitas por esses senhores.</p>
<p>Assim, acho que este caso está longe de poder ser usado como exemplo&#8230;</p>
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		<title>Acessibilidade de Conteúdos na Web</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/06/acessibilidade-de-conteudos-na-web/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 22:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>

		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Normas]]></category>

		<category><![CDATA[W3C]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive hoje a ler a recomendação da W3C para acessibilidade, versão 1.0 (a versão 2.0 ainda só é Candidate Recommendation), de forma a tentar melhorar as (poucas) páginas web que desenvolvo (o blog não está incluído, pois o software que o suporta não é desenvolvido por mim, mas mesmo assim espero também corrigir alguns defeitos).
Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje a ler a recomendação da <acronym title="World Wide Web Consortium">W3C</acronym> para acessibilidade, <a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/">versão 1.0</a> (a versão 2.0 ainda só é <em><a href="http://www.w3.org/2004/02/Process-20040205/tr.html#RecsCR">Candidate Recommendation</a></em>), de forma a tentar melhorar as (poucas) páginas <em>web</em> que desenvolvo (o <em>blog</em> não está incluído, pois o <em>software</em> que o suporta não é desenvolvido por mim, mas mesmo assim espero também corrigir alguns defeitos).</p>
<p>Não tenho por objectivo cumprir todas as regras (espero pelo menos atingir o <a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/#Conformance">nível de conformidade A</a>), no entanto, parece-me que a maior parte delas até são relativamente fáceis de respeitar. Apesar disso, passo a vida a ver sites de dimensão considerável a não cumprirem algumas regras bastantes simples, o que me leva a colocar a questão: será que os profissionais da área do desenvolvimento <em>web</em> se dão ao trabalho de ler as recomendações da <acronym title="World Wide Web Consortium">W3C</acronym>?</p>
<p>Fica a sugestão, para quem ainda não as leu, que o faça. Mesmo que não implementem tudo como é sugerido (pois é provável que tal obrigasse a que certas páginas não ficassem tão funcionais para os utilizadores <em>normais</em>, ou a fazer páginas não tão agradáveis visualmente), provavelmente ficarão a conhecer alguns aspectos que podem facilmente melhorar nas suas páginas, e que contribuirão para uma <em>web</em> mais acessível, por vezes até para utilizadores <em>normais</em>.</p>
<p>Algumas ligações úteis:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.w3.org/WAI/">Web Accessibility Initiative</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/">Web Content Accessibility Guidelines 1.0</a></li>
<li><a href="http://www.utad.pt/wai/wai-pageauth.html">Web Content Accessibility Guidelines 1.0 (versão em português)</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/full-checklist.html">Checklist of Checkpoints for Web Content Accessibility Guidelines 1.0</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/WAI/ER/tools/complete">Complete List of Web Accessibility Evaluation Tools</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/WAI/intro/wcag20">Overview of WCAG 2.0 Documents</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>aMule 2.2.1 lançado (finalmente!)</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/06/amule-221-lancado-finalmente/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 11:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[aMule]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muitos meses de espera, e de vários adiamentos, a versão 2.2.1 do aMule chegou! A nova versão já trás algumas novidades bastante úteis, como ofuscação ou o suporte para ficheiros de grande dimensão.
Mais novidades aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muitos meses de espera, e de vários adiamentos, a versão 2.2.1 do aMule chegou! A nova versão já trás algumas novidades bastante úteis, como ofuscação ou o suporte para ficheiros de grande dimensão.</p>
<p>Mais novidades <a href="http://www.amule.org/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Está quase perfeito : )</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/05/esta-quase-perfeito/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2008 18:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Leopard]]></category>

		<category><![CDATA[Spaces]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sequência de posts dedicados ao Leopard, tencionava ter escrito ainda mais uma crítica, sobre uma das funcionalidades sobre a qual tinha mais expectativas, mas que acabou por me desiludir bastante, o Spaces. Infelizmente acabei por não ter tempo de escrever ver nada antes.
E estou a escrever agora porque parece que com a última actualização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência de <em>posts</em> dedicados ao <em>Leopard</em>, tencionava ter escrito ainda mais uma crítica, sobre uma das funcionalidades sobre a qual tinha mais expectativas, mas que acabou por me desiludir bastante, o <em>Spaces</em>. Infelizmente acabei por não ter tempo de escrever ver nada antes.</p>
<p>E estou a escrever agora porque parece que com a última actualização do SO, a versão 10.5.3, a maior partes dos problemas foram resolvidos <img src='http://blog.rcg-pt.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Bem, primeiro, os problemas que havia anteriormente. Basicamente, o <em>Spaces</em> tinha sido pensado para os utilizadores organizarem as várias áreas de trabalho em função das aplicações, <em>i.e.</em>, para que todas as janelas de uma aplicação estivessem concentradas num único espaço. Pessoalmente, nunca me pareceu que isso fosse a melhor maneira de fazer as coisas&#8230; Embora para algumas aplicações (como o <em>iTunes</em>, o <em>iCal</em>, o <em>Mail</em>, o <em>Adium</em>, e outras em que normalmente só tenho uma janela aberta) até usasse sempre a mesma área de trabalho, preferia organizavar as coisas em função das tarefas que estava a efectuar, e tinha aplicações como o <em>Terminal</em>, o <em>Safari</em>, o <em>Vim</em>, etc. constantemente a serem abertas e fechadas em vários espaços.</p>
<p>Mas afinal qual era o problema?<br />
Quando tinha uma janela do <em>Safari</em>, por exemplo, aberta na área 1, e estava a trabalhar na área 2, onde precisava de abrir também uma janela do <em>Safari</em>, caso clicasse no ícone do <em>Safari</em> na <em>Dock</em>, ou usasse o <em>Cmd+Tab</em> para mudar de aplicação, ia parar à área 1 (onde estava uma janela do <em>Safari</em> aberta). Ou seja, abrir janelas de uma aplicação que só tinha janelas abertas noutros espaços, era uma chatice. Pior do que isso, às vezes, até quando tinha janelas abertas na área de trabalho actual, as coisas funcionavam mal&#8230;<br />
Ainda usei <a href="http://www.macosxhints.com/article.php?story=2008021122525348">esta opção</a> para desactivar as mudanças de espaço automaticamente, mas aí, quando mudava de aplicação, mesmo tendo janelas abertas no espaço em que estava a trabalhar, nem sempre passavam para a frente das outras (eventualmente seriam as janelas de outro espaço que estavam a ser activadas, não sei). Embora tenha continuado com esta opção assim, o <em>Spaces</em> não funcionava tão bem como devia.</p>
<p>Mas agora parece que as coisas já começaram a funcionar!<br />
A última actualização, para além de corrigir alguns aspectos que eram mesmo <em>bugs</em> (como o mudar de espaço quando existiam janelas no espaço actual), trouxe uma nova opção nas preferências, que permite desactivar a mudança de espaços, mas não totalmente. Assim, quando clicamos na <em>Dock</em>, ou usamos o <em>Cmd+Tab</em> para mudar de aplicação, não se muda de área de trabalho. No entanto, se clicarmos na <em>Dock</em> quando já temos a aplicação activa (se clicarmos duas vezes na <em>Dock</em>, por exemplo), já mudamos de espaço.</p>
<p>Apesar de ainda ter alguns pormenores que poderiam ser melhorados (por exemplo, permitir que se escolham as aplicações para as quais queremos ou não mudar de espaço, da mesma forma que podemos associar uma aplicação a um espaço), parece que já está bastante bom.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>OpenOffice</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/05/openoffice/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 22:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[OpenOffice]]></category>

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		<description><![CDATA[Experimentei hoje o beta da última versão do OpenOffice. Apesar de raramente usar este tipo de software para produzir documentos, infelizmente tenho que possuir alguma coisa deste género para abrir os documentos que me enviam&#8230;
Quanto ao OpenOffice propriamente dito, parece que finalmente tem uma versão minimamente decente para mac. Apesar das melhorias, o desempenho é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Experimentei hoje o beta da última versão do OpenOffice. Apesar de raramente usar este tipo de software para produzir documentos, infelizmente tenho que possuir alguma coisa deste género para abrir os documentos que me enviam&#8230;</p>
<p>Quanto ao OpenOffice propriamente dito, parece que finalmente tem uma versão minimamente decente para mac. Apesar das melhorias, o desempenho é péssimo&#8230; Quase 1 min para abrir uma apresentação, e ao visualizar, demora vários segundos a mudar de página. Até em coisas simples como alterar as preferências, se nota uma enorme lentidão.</p>
<p>Não sei como é que anda o MS Office 2008, mas a versão anterior sempre tinha um desempenho aceitável&#8230; Também é verdade que esta versão do OpenOffice ainda é um beta, vamos esperar pela versão final a ver se as coisas melhoram.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Silverlight</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/silverlight/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 13:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<category><![CDATA[Silverlight]]></category>

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		<description><![CDATA[É de mim, ou daqui a pouco, para vermos uma página de um site da Micro$oft, vamos ser obrigados a instalar o Silverlight? Pelo menos, nas últimas vezes que por lá tenho passado, acaba sempre por me aparecer uma mensagem a pedir para instalá-lo.
Com todas as potencialidades que o AJAX nos oferece, cada vez percebo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É de mim, ou daqui a pouco, para vermos uma página de um <em>site</em> da Micro$oft, vamos ser obrigados a instalar o <em>Silverlight</em>? Pelo menos, nas últimas vezes que por lá tenho passado, acaba sempre por me aparecer uma mensagem a pedir para instalá-lo.</p>
<p>Com todas as potencialidades que o AJAX nos oferece, cada vez percebo menos a necessidade de <em>Silverlights</em> e <em>Flashs</em>, mas pronto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Embora exagerada, é uma comparação interessante</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/embora-exagerada-e-uma-comparacao-interessante/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/embora-exagerada-e-uma-comparacao-interessante/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 21:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[iMac]]></category>

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		<description><![CDATA[
É que o meu desktop cá de casa ainda consegue ser pior do que esse pc, e mesmo não sendo um adepto dos iMacs, quando olho para a quantidade de cabos que tenho, é impossível não pensar num  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href='http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/mac_pc.jpg'><img src="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/mac_pc-300x180.jpg" alt="" title="iMac vs PC" width="300" height="180" class="aligncenter size-medium wp-image-102" /></a></p>
<p>É que o meu <em>desktop</em> cá de casa ainda consegue ser pior do que esse pc, e mesmo não sendo um adepto dos iMacs, quando olho para a quantidade de cabos que tenho, é impossível não pensar num <img src='http://blog.rcg-pt.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os concursos da Micro$oft</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/os-concursos-da-microsoft/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/os-concursos-da-microsoft/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 10:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que a Micro$oft anda a promover o concurso de criação de páginas web dirigido aos alunos do ensino básico e secundário.
Nos página dos regulamentos do concurso, figuram alguns pontos interessantes:
Serão valorizados os sites produzidos com recurso a tecnologia e aplicações Microsoft com especial destaque para o Sharepoint Designer, o Expression Web, o Popfly e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que a <a href="http://www.webmaster2008.net">Micro$oft anda a promover o concurso de criação de páginas <em>web</em> dirigido aos alunos do ensino básico e secundário</a>.</p>
<p>Nos <a href="http://www.webmaster2008.net/webmaster/regulamento.aspx">página dos regulamentos do concurso</a>, figuram alguns pontos interessantes:</p>
<blockquote><p>Serão valorizados os sites produzidos com recurso a tecnologia e aplicações Microsoft com especial destaque para o Sharepoint Designer, o Expression Web, o Popfly e Siverlight. São aceites formatos HTM, HTML e XML. Este facto não impede a utilização de outras tecnologias ou linguagens, embora sejam valorizados pelo júri os sites construídos com base em tecnologia Microsoft.</p></blockquote>
<p>É claro que a m$ pode impor os critérios que quiser nos concursos que promove, mas isto demostra que o seu principal objectivo não é premiar a qualidade, mas sim divulgar as suas tecnologias/formatos à sociedade.</p>
<p>Depois, este concurso é também promovido por uma instituição do governo (a <a href="http://www.webmaster2008.net/webmaster/regulamento.aspx">DGIDC/ECRIE</a>), que assim colabora com a m$ na promoção de tecnologias que pouco contribuem para interoperabilidade, característica essencial na <em>web</em>. E custa-me a perceber como é que o governo continua a colaborar com uma empresa tantas vezes condenada pelas suas práticas&#8230;</p>
<p>Via <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/04/23/microsoftdgidcecrie-promovem-desrespeito-pela-internet/">Software Livre no SAPO</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Time Machine</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/time-machine/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/time-machine/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 20:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[Leopard]]></category>

		<category><![CDATA[Time Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a série de posts sobre o Leopard (que instalei recentemente), desta vez venho fazer algumas observações sobre a Time Machine.
É sem dúvida uma das novidades de destaque desta nova versão do Mac OS X, e é notável a forma como a Apple consegue pôr qualquer leigo em informática a manter um histórico de backups [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a série de <em>posts</em> sobre o <em>Leopard</em> (que instalei recentemente), desta vez venho fazer algumas observações sobre a <em>Time Machine</em>.</p>
<p>É sem dúvida uma das novidades de destaque desta nova versão do Mac OS X, e é notável a forma como a Apple consegue pôr qualquer leigo em informática a manter um histórico de <em>backups</em> bem planeado, sem qualquer dificuldade (se bem que uma <a href="http://www.apple.com/timecapsule/">Time Capsule</a> dava jeito para não ter que se andar sempre a ligar o disco externo).</p>
<p>Depois, a interface de navegação nos <em>backups</em> também me parece bem conseguida, sendo bastante intuitiva, e tendo um aspecto bastante agradável. Pois&#8230; mas mais uma vez, este <em>agradável</em> é muito bonito para quem tiver uma boa máquina. Não sei se existe alguma opção para simplificar a <em>interface</em>, tornado o mecanismo mais usável, eu pelo menos ainda não vi nada, e sem ela, tentar recuperar um ficheiro usando a <em>Time Machine</em>, é uma valente dor de cabeça.</p>
<p>PS: Presumo que nas máquinas mais recentes este problema não se levante, pois se assim não for, parece-me uma falha grave da Apple.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agora os pontos negativos</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/agora-os-pontos-negativos/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/agora-os-pontos-negativos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 00:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Leopard]]></category>

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		<description><![CDATA[Como referi no post anterior, instalei recentemente o Leopard no meu portátil.
Depois de uma primeira impressão bastante positiva, ao fim de alguns dias de utilização, começo a ficar um pouco desiludido. Não pelas novas funcionalidades (onde tenho também tenho algumas críticas a fazer, mas que ficam para outro dia), mas sobretudo pela falta de estabilidade.
Nestes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como referi no <em>post</em> anterior, instalei recentemente o <em>Leopard</em> no meu portátil.</p>
<p>Depois de uma primeira impressão bastante positiva, ao fim de alguns dias de utilização, começo a ficar um pouco desiludido. Não pelas novas funcionalidades (onde tenho também tenho algumas críticas a fazer, mas que ficam para outro dia), mas sobretudo pela falta de estabilidade.</p>
<p>Nestes 5 dias de utilização do <em>Leopard</em>, acho que tive mais problemas do que em 2 anos de utilização do <em>Tiger</em>. É verdade que o sistema é recente, mas mesmo assim, quando comecei a usar o <em>Tiger</em> este também ainda tinha poucos meses, e não foi por isso que deixou de ser um SO extremamente estável.</p>
<p>Mais uma vez, esperava um pouco mais&#8230; Vamos lá esperar pela próxima actualização a ver como ficam as coisas, se calhar o problema é estar mal habituado <img src='http://blog.rcg-pt.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Leopard</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/leopard-2/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/04/leopard-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 12:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Leopard]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem (e hoje&#8230;) lá consegui arranjar algum tempo para instalar o Leopard, e depois de uma horas largas de volta de backups, instalação de software, actualizações, configurações, a compilar programas, etc., já está quase tudo a voltar ao normal.
Para já, o único inconveniente a referir, parece ser o facto do Leopard ser um pouco mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem (e hoje&#8230;) lá consegui arranjar algum tempo para instalar o <em>Leopard</em>, e depois de uma horas largas de volta de <em>backups</em>, instalação de <em>software</em>, actualizações, configurações, a compilar programas, etc., já está quase tudo a voltar ao normal.</p>
<p>Para já, o único inconveniente a referir, parece ser o facto do Leopard ser um pouco mais pesado do que o Tiger (e o meu <em>velhinho</em> PowerBook G4, já se começa a queixar). De resto, gostei bastante do <em>Spaces</em>, o <em>TimeMachine</em> também parece funcionar bem, e outras aplicações, como o <em>Finder</em>, o <em>Spotlight</em>, o <em>Mail</em>, o <em>iCal</em>, o <em>Preview</em>, ou mesmo o <em>Terminal</em> (restringindo-me às aplicações que uso regularmente), trazem algumas pequenas novas funcionalidades que dão bastante jeito. No geral, parece-me que valeu bem os 65€ que paguei por ele.</p>
<p style="text-align: center;"><a href='http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/macosx.png'><img src="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/macosx.png" alt="" title="Mac OS X Leopard Screenshot" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-95" /></a></p>
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		<title>OOXML aprovado como standard ISO</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 15:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[ISO]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<category><![CDATA[OOXML]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao que parece, os membros da ISO aprovaram o OOXML, apesar dos problemas que este apresenta. Mas sendo um formato da M$, outra coisa não era de esperar&#8230; Tudo valia para que o formato fosse aprovado!
Deixo aqui um link com alguns acontecimentos que envolveram este processo: http://www.noooxml.org/irregularities
Fica a questão: será que ser um standard ISO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao que parece, os membros da ISO aprovaram o OOXML, apesar dos problemas que este apresenta. Mas sendo um formato da M$, outra coisa não era de esperar&#8230; Tudo valia para que o formato fosse aprovado!</p>
<p>Deixo aqui um <em>link</em> com alguns acontecimentos que envolveram este processo: <a href="http://www.noooxml.org/irregularities">http://www.noooxml.org/irregularities</a></p>
<p>Fica a questão: será que ser um <em>standard</em> ISO ainda é sinónimo de qualidade?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nova versão da WordPress</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 20:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente actualizei o meu site, e aproveitei também para actualizar o software que é usado no blog para a versão mais recente. Apesar de terem adicionado algumas novidades interessantes (como já não ser preciso instalar os widgets da barra lateral em separado), também adicionaram outras que mais valia não existirem!
Falo do novo editor WYSIWYG, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente actualizei o meu <em>site</em>, e aproveitei também para actualizar o <em>software</em> que é usado no <em>blog</em> para a versão mais recente. Apesar de terem adicionado algumas novidades interessantes (como já não ser preciso instalar os <em>widgets</em> da barra lateral em separado), também adicionaram outras que mais valia não existirem!</p>
<p>Falo do novo editor <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/WYSIWYG">WYSIWYG</a>, que para começar, não me parece nada prático nem funcional. Para piorar as coisas, o editor rudimentar (em que trabalhamos directamente com HTML), deixou de funcionar como devia! Depois de guardar um texto, caso o volte a editar, perco a definição dos parágrafos.</p>
<p>Resumindo, mais vale ter coisas simples e funcionais, do que ter coisas que até parecem muito bonitas, mas que não fazem nada de jeito!</p>
<p>São razões semelhantes que me fazem preferir trabalhar com o LaTeX em vez de Words e companhia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Direito à privacidade</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 14:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg.pt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[
P2P: Privacidade garantida
A arbitragem do organismo europeu foi requerida pela justiça espanhola depois da Associação de Editores e Produtores de Música ter exigido à empresa Telefonica o fornecimento da identidade e moradas de utilizadores que partilham ilegalmente ficheiros de música digital.
A empresa de telecomunicações recusou o pedido da associação, porque, segundo a lei espanhola, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>
<a href="http://ciberia.aeiou.pt/?st=8491"><strong>P2P: Privacidade garantida</strong></a></p>
<p>A arbitragem do organismo europeu foi requerida pela justiça espanhola depois da Associação de Editores e Produtores de Música ter exigido à empresa Telefonica o fornecimento da identidade e moradas de utilizadores que partilham ilegalmente ficheiros de música digital.</p>
<p>A empresa de telecomunicações recusou o pedido da associação, porque, segundo a lei espanhola, as empresas podem recusar fornecer os dados dos clientes, quando não se tratam de casos de segurança pública ou de defesa nacional.</p>
<p>O tribunal europeu apoiou a lei espanhola, dizendo que a protecção dos direitos de autor não deve prejudicar a protecção das informações pessoais, noticia a Lusa, que cita um comunicado do organismo.</p>
<p>[...]</p>
</blockquote>
<p>Apesar de não ser dos que acham que quem faz <em>downloads</em> ilegais não faz nada de errado, fico contente por ver que ainda temos direito a alguma privacidade&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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