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	<title>Yet Another Blog &#187; Informática</title>
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		<title>Google Chrome</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 01:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
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		<description><![CDATA[Há umas semanas atrás decidi dar uma oportunidade ao Google Chrome, e comecei a usá-lo como browser principal, tendo praticamente deixado de usar o Safari.
Umas das razões que me levou a experimentar o Chrome foi o consumo de memória completamente absurdo do Safari. Como passava semanas sem encerrar o Safari, facilmente atingia consumos de memória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há umas semanas atrás decidi dar uma oportunidade ao Google Chrome, e comecei a usá-lo como <em>browser</em> principal, tendo praticamente deixado de usar o Safari.</p>
<p>Umas das razões que me levou a experimentar o Chrome foi o consumo de memória completamente absurdo do Safari. Como passava semanas sem encerrar o Safari, facilmente atingia consumos de memória da ordem dos 500MB, e o pior de tudo é que mesmo depois de fechar vários separadores (ou mesmo todos), o consumo de memória continuava elevado. Tipo, parece-me aceitável que gaste 300 ou até 400MB de memória quando estão umas dezenas de páginas aberta, mas depois de as fechar, esperava que o consumo de memória baixasse para valores próximos de quando o Safari arranca, ou de quando acabamos de abrir uma ou duas páginas (algo na ordem dos 100MB parece-me aceitável). Mas isto não acontece, e várias vezes tinha o Safari sem qualquer página aberta a gastar mais de 400MB.</p>
<p>Nos testes que fiz, este parece ser um problema que o Chrome consegue resolver. A verdade é que ao usar vários processos separados para abrir as páginas, torna-se mais simple fazer a gestão da memória, e tendo em conta que depois de fecharmos todas a janelas, os processos a elas associados terminam (fazendo com que toda a memória que o processo estava a consumir seja libertada), a maior parte da memória é efectivamente libertada.</p>
<p>Um dos problemas que encontro no Firefox para MacOSX é o facto de este não estar bem integrado no <acronym title="Sistema Operativo">SO</acronym>. Não usa os certificados do <acronym title="Sistema Operativo">SO</acronym>, não usa o sistema de gestão de palavras-passe <acronym title="Sistema Operativo">SO</acronym>, não usa o corrector ortográfico do <acronym title="Sistema Operativo">SO</acronym>, não usa as definições de <em>proxy</em> do <acronym title="Sistema Operativo">SO</acronym>, etc. Estas foram algumas das razões que me levaram a deixar de usar o Firefox no MacOSX.<br />
Pensei que o Chrome fosse apresentar o mesmo problema, mas felizmente estava enganado, e parece estar razoavelmente integrado no <acronym title="Sistema Operativo">SO</acronym>.</p>
<p>Por outro lado, descobri hoje que o Chrome possui algumas funcionalidades bastante interessantes ao nível do controlo de <em>cookies</em>, <em>JavaScript</em> e <em>plugins</em> (<em>Flash</em>). As primeiras eram duas das coisas que mais falta me faziam no Safari (para bloquear o <em>Flash</em> já tinha arranjado um <em>plugin</em>).<br />
Relativamente aos <em>cookies</em>, tem a opção de perguntar se quero aceitar ou bloquear os <em>cookies</em>, e tem a opção de guardar a opção para aquele <em>site</em>, permitindo-me construir facilmente uma lista de <em>sites</em> onde quero permitir (ou não) a utilização de <em>cookies</em>.<br />
Ao nível de <em>JavaScript</em> permite-me desactivá-lo, tendo uma lista de excepções para indicar <em>sites</em> onde este deve ser permitido (penso que é algo semelhante ao que o <em><a href="http://noscript.net/">NoScript</a></em> faz).<br />
Quanto ao <em>Flash</em>, o funcionamento é semelhante ao do <em>JavaScript</em>.<br />
Adicionalmente, sempre que uma página é impedida de usar <em>cookies</em>, <em>JavaScript</em> ou <em>Flash</em>, aparece um ícone na barra de endereço, que permite facilmente activar a funcionalidade para aquele <em>site</em> (infelizmente para já apenas permite adicionar o <em>site</em> à lista de excepção, e não dar autorizações temporárias).</p>
<p>É claro que o Chrome está longe de ser perfeito, tem alguns <em>bugs</em> (nada de admirar, visto que estou a usar a versão de desenvolvimento), e faltam algumas funcionalidades importantes, como o Java e a possibilidade de visualizar ficheiros PDF directamente. Ainda assim, estou bastante satisfeito.</p>
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		<title>Contributo do iPhone</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 02:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoalmente nunca fui grande fã do iPhone. Apesar de ser um mac user, e de achar que o iPhone tem uma usabilidade bastante acima da média quando comparado com outros dispositivos do mesmo género, nunca foi um produto que eu achasse que valia a pena comprar.
Apesar de tudo, hoje descobrir um motivo para gostar do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoalmente nunca fui grande fã do iPhone. Apesar de ser um <em>mac user</em>, e de achar que o iPhone tem uma usabilidade bastante acima da média quando comparado com outros dispositivos do mesmo género, nunca foi um produto que eu achasse que valia a pena comprar.</p>
<p>Apesar de tudo, hoje descobrir um motivo para gostar do iPhone. <a href="http://www.theregister.co.uk/2010/03/02/virgin_america_html_flash/">Parece que a Virgin America decidiu deixar de usar <em>flash</em> no seu site devido ao facto do iPhone não o suportar.</a></p>
<p>Ou seja, o iPhone poderá contribuir para que os <em>web developers</em> comecem a pensar se realmente precisam de usar <em>flash</em> e recorram a este apenas quando é mesmo necessário.</p>
<p>Adenda: <a href="http://www.appleinsider.com/articles/10/03/16/npr_wsj_plan_flash_free_web_sites_for_apple_ipad.html">parece que há mais sites que se preparam para seguir o mesmo caminho</a>&#8230;</p>
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		<title>Documentação de Código</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2009/05/documentacao-de-codigo/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 11:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde há umas semanas que tenho andado a analisar o código de duas aplicações de dinâmica molecular bastante conhecidas, e largamente usadas, o NAMD e o GROMACS.
Tendo em conta a reputação das aplicações, seria de esperar uma documentação a condizer. Mas se ao nível da documentação para o utilizador, até esteja bastante completa, o mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde há umas semanas que tenho andado a analisar o código de duas aplicações de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Molecular_dynamics">dinâmica molecular</a> bastante conhecidas, e largamente usadas, o <a href="http://www.ks.uiuc.edu/Research/namd/">NAMD</a> e o <a href="http://www.gromacs.org/">GROMACS</a>.</p>
<p>Tendo em conta a reputação das aplicações, seria de esperar uma documentação a condizer. Mas se ao nível da documentação para o utilizador, até esteja bastante completa, o mesmo não se pode dizer da documentação do código. Não encontrei um único documento que descrevesse os vários módulos que constituem a aplicação, nem que descrevesse quais as funcionalidades das várias funções. A única solução possível para perceber a aplicação é, assim, percorrer as centenas de ficheiros que a constituem. E mesmo percorrendo os ficheiros, continua a ser complicado perceber quais as funcionalidades que estes disponibilizam, pois os comentários no código não abundam&#8230;</p>
<p>Custa-me um pouco a perceber como é que aplicações desta dimensão têm uma documentação tão pobre&#8230;</p>
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		<title>Widget DicionarioPT agora com conjugação de verbos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 09:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Dicionário]]></category>
		<category><![CDATA[Widget]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma das funcionalidades que temos disponível no site da Priberam, mas que não estava acessível no widget. Agora este problema foi resolvido, e os links que permitem conjugar um verbo já estão a funcionar  
Entretanto, aproveitei para criar uma página para o widget, onde está disponível um changelog (para além da descrição do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma das funcionalidades que temos disponível no <em>site</em> da Priberam, mas que não estava acessível no <em>widget</em>. Agora este <em>problema</em> foi resolvido, e os <em>links</em> que permitem conjugar um verbo já estão a funcionar <img src='http://blog.rcg-pt.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Entretanto, aproveitei para criar <a href="/dicionariopt">uma página para o <em>widget</em></a>, onde está disponível um <em>changelog</em> (para além da descrição do <em>widget</em>, e onde colocarei outras informações relevantes).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Click to Flash</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2009/05/click-to-flash/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 20:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Click to Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Safari]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uns anos atrás, comecei a usar uma extensão para o Safari chamada SafariStand. Já não sei exactamente qual o motivo que me levou a usar esta extensão, mas com o tempo comecei a dar cada vez menos importância às funcionalidade por esta disponibilizadas. Actualmente, penso que a única funcionalidade que realmente me dava jeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uns anos atrás, comecei a usar uma extensão para o Safari chamada <a href="http://hetima.com/safari/stand-e.html">SafariStand</a>. Já não sei exactamente qual o motivo que me levou a usar esta extensão, mas com o tempo comecei a dar cada vez menos importância às funcionalidade por esta disponibilizadas. Actualmente, penso que a única funcionalidade que realmente me dava jeito era a capacidade de bloquear <em>flash</em> nos <em>sites</em>, sendo estes conteúdos apenas carregados quando clicasse neles.</p>
<p>Como o Stand é uma extensão um pouco <em>pesada</em>, decidi procurar por outras extensões que me permitissem bloquear <em>flash</em> no Safari, e encontrei uma extensão chamada <a href="http://github.com/rentzsch/clicktoflash">Click to Flash</a>. Tal como o nome indica, serve para bloquear <em>flash</em>, e possuiu mais algumas opções neste campo quando comparado com o Stand. Por exemplo, permite indicar <em>sites</em> em que o <em>flash</em> não é bloqueado, ou carregar todos os conteúdos em <em>flash</em> de uma página de uma só vez.</p>
<p>Para aqueles que usam Safari/MacOSX, e que, tal como eu, se sentem incomodados com grande parte das animações <em>flash</em> que se vêem nos <em>sites</em>, penso que é uma extensão que vale a pena experimentar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mas um widget &#8211; GuiaTV</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2009/05/mas-um-widget-guiatv/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[GuiaTV]]></category>
		<category><![CDATA[Widget]]></category>

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		<description><![CDATA[Como parece que também havia bastante gente a usar o widget GuiaTV (tal como o Dicionario, este também da autoria do José Coelho), resolvi revê-lo, de forma a tentar resolver os problemas que tinha, e parece que ficou novamente a funcionar  
Quem estiver interessado, pode fazer o download aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como parece que também havia bastante gente a usar o <em>widget</em> GuiaTV (tal como o Dicionario, este também da autoria do <a href="http://web.ist.utl.pt/~jose.alberto.coelho/">José Coelho</a>), resolvi revê-lo, de forma a tentar resolver os problemas que tinha, e parece que ficou novamente a funcionar <img src='http://blog.rcg-pt.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Quem estiver interessado, pode fazer o <em>download</em> <a href="http://rcg-pt.net/programacao/GuiaTV.zip">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eventos na área de Computação Avançada</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2009/05/eventos-na-area-de-computacao-avancada/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 16:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Computação Avançada]]></category>
		<category><![CDATA[FCUP]]></category>
		<category><![CDATA[IST]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Minho]]></category>
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		<description><![CDATA[No final do mês de Maio e início do mês de Junho vão se realizar três eventos no âmbito do programa UTAustin-Portugal (área de Computação Avançada):

Spring School in Advanced Computing TACC @ IST (25-27 Maio, IST, Lisboa)
Spring School in Advanced Computing TACC @ UP (28-19 Maio, FCUP, Porto)
Advanced Seminar on Multicore Platforms (1-3 Junho, UM, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final do mês de Maio e início do mês de Junho vão se realizar três eventos no âmbito do programa <a href="http://www.utaustinportugal.org/">UTAustin-Portugal</a> (área de Computação Avançada):</p>
<ul>
<li><a href="http://taccspringschool.ist.utl.pt/SpringSchool/Welcome.html">Spring School in Advanced Computing TACC @ IST</a> (25-27 Maio, IST, Lisboa)</li>
<li><a href="http://taccspringschool.dcc.fc.up.pt/">Spring School in Advanced Computing TACC @ UP</a> (28-19 Maio, FCUP, Porto)</li>
<li><a href="http://advcomp.di.uminho.pt/uta/multicore/">Advanced Seminar on Multicore Platforms</a> (1-3 Junho, UM, Braga)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Dicionário de português &#8211; widget para MacOSX</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2009/04/dicionario-de-portugues-widget-para-macosx/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 09:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Dicionário]]></category>
		<category><![CDATA[Widget]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dicionário era um dos widgets que mais falta me fazia no MacOSX. Infelizmente, há alguns dias atrás, depois de algumas alterações no site da Priberam (donde o widget extraía a informação), deixou de funcionar. Adicionalmente, o autor (José Coelho) também deixou de manter o widget.
Resolvi então dedicar algum tempo a analisar o código fonte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://web.ist.utl.pt/~jose.alberto.coelho/pages/dashboard.php">Dicionário</a> era um dos <em>widgets</em> que mais falta me fazia no MacOSX. Infelizmente, há alguns dias atrás, depois de algumas alterações no <em>site</em> da <a href="http://www.priberam.pt/">Priberam</a> (donde o <em>widget</em> extraía a informação), deixou de funcionar. Adicionalmente, o autor (<a href="http://web.ist.utl.pt/~jose.alberto.coelho/">José Coelho</a>) também deixou de manter o <em>widget</em>.</p>
<p>Resolvi então dedicar algum tempo a analisar o código fonte do <em>widget</em>, de modo a tentar resolver o problema.</p>
<p>Nunca tinha trabalhado no desenvolvimento de <em>widgets</em>, nem com JavaScript (a linguagem mais relevante para este <em>widget</em>), mas a Apple disponibiliza uma excelente ferramenta para este tipo de tarefa, o <a href="http://developer.apple.com/tools/dashcode/">Dashcode</a> (que infelizmente só descobrir depois de já ter perdido umas horas a usar o Vim como editor, e a <em>Console</em> para ver os erros), e o JavaScript também é relativamente simples (a minha maior dificuldade foi não ter encontrado uma <acronym title="Application Programming Interface">API</acronym> com as funções que poderia usar).</p>
<p>E assim, aos fim de alguns dias, lá consegui colocar o <em>widget</em> novamente funcional.</p>
<p>Quem estiver interessado, pode fazer <em>download</em> do <em>widget</em> aqui: <a href="http://rcg-pt.net/programacao/DicionarioPT.zip">DicionarioPT</a>.<br />
Também criei uma página com informações sobre o <em>widget</em> <a href="http://blog.rcg-pt.net/dicionariopt/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>SO irritante!!! (2)</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2009/02/so-irritante-2/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 18:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que não sou o único a queixar-me da forma como o sistema de actualizações do windows funciona&#8230;
A reinicialização automática do windows depois das actualizações, levou os responsáveis pelo sistema informático de um hospital a desligar as actualizações de segurança, que foi, basicamente, a mesma solução que eu encontrei para resolver o problema. Só que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.rcg-pt.net/2008/01/so-irritante/">Parece que não sou o único a queixar-me da forma como o sistema de actualizações do windows funciona&#8230;</a></p>
<p><a href="http://www.theregister.co.uk/2009/01/20/sheffield_conficker/">A reinicialização automática do windows depois das actualizações, levou os responsáveis pelo sistema informático de um hospital a desligar as actualizações de segurança, que foi, basicamente, a mesma solução que eu encontrei para resolver o problema. Só que neste caso, fez com que os pcs ficassem vulneráveis, e fossem infectados por programas maliciosos. De realçar que estamos a falar do sistema informático de um hospital!</a></p>
<p>PS: Obviamente que os responsáveis do sistema informático do hospital também têm culpas no sucedido, mas se o modo de actuar do windows fosse outro, provavelmente nunca teria sido necessário desligar as actualizações.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>25 anos</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2009/01/25-anos/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 18:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OYecfV3ubP8&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OYecfV3ubP8&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Time Machine no Tiger ou no Linux</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/09/time-machine-no-tiger-ou-no-linux/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 23:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás, depois de começar a usar um MacBook como a minha máquina principal, decidi voltar a meter o Tiger no meu PowerBook. Tendo em conta o pouco uso que lhe dou actualmente, chega perfeitamente. A única funcionalidade que senti mesmo falta, foi a Time Machine.
Tendo em conta que era uma funcionalidade que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás, depois de começar a usar um MacBook como a minha máquina principal, decidi voltar a meter o Tiger no meu PowerBook. Tendo em conta o pouco uso que lhe dou actualmente, chega perfeitamente. A única funcionalidade que senti mesmo falta, foi a Time Machine.</p>
<p>Tendo em conta que era uma funcionalidade que também me dava jeito no Linux, decidi investigar um pouco, para ver se encontrava alguma alternativa. Depois de ler <a href="http://www.macgeekery.com/tips/automation/time_machine_for_tiger">isto</a> e <a href="http://www.mikerubel.org/computers/rsync_snapshots/">isto</a>, consegui perceber o funcionamento da Time Machine. As <em>scripts</em> apresentadas nos sites indicados, tinha o problema de não fazer uma gestão tão elaborada dos <em>backups</em> antigos como a Time Machine. Assim, decidi fazer uma <em>script</em> um pouco mais completa.</p>
<p>O resultado final pode ser encontrado <a href="http://rcg-pt.net/programacao/incbackup.zip">aqui</a>.</p>
<p>É uma <em>script</em> Perl, que faz <em>backups</em> incrementais (usando o <code>rsync</code>), e que apenas apaga os antigos, caso seja usada uma opção disponível para esse efeito. A estratégia seguida para apagar <em>backups</em> antigos é semelhante à seguida na Time Machine: <em>backups</em> das últimas 24 horas, <em>backups</em> diários dos últimos 30 dias, e <em>backups</em> semanais no resto (no entanto, alterando algumas varáveis na <em>script</em>, podemos adaptar isto às nossas necessidade).</p>
<p>Para ter a <em>script</em> a correr de hora em hora, é só adicionar uma entrada no <em>cron</em> (o ideal seria usar o <em>launchd</em>, mas estava a ter alguns problemas com esta alternativa).</p>
<p><strong>NOTA:</strong> A <em>script</em> foi testada em Linux (Debian 4.0) e em MacOSX, estando, aparentemente, a funcionar sem problemas. Ainda assim, recomendo algum cuidado com a sua utilização, pois pode conter <em>bugs</em>. Deverá funcionar em qualquer sistema UNIX, mas não testei em mais nenhum, para além dos 2 anteriormente citados.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os factos da Microsoft… (2)</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/09/os-factos-da-microsoft-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 18:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Factos]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Suspensão de negociação em Londres é a maior em oito anos
Uma falha informática, que impede a conectividade do sistema, é a justificação para a maior suspensão da negociação em oito anos de uma das praças financeiras mais antigas do mundo, a London Stock Exchange (LSE).
[...]

Via P@P.
Leitura complementar: Os factos da Microsoft&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#038;id=330308"><p><strong>Suspensão de negociação em Londres é a maior em oito anos</strong></p>
<p>Uma falha informática, que impede a conectividade do sistema, é a justificação para a maior suspensão da negociação em oito anos de uma das praças financeiras mais antigas do mundo, a London Stock Exchange (LSE).</p>
<p>[...]</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/newsheader.jpg"><img src="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/newsheader-300x101.jpg" alt="Get the Facts - LSE" title="get_the_facts-lse" width="300" height="101" class="size-medium wp-image-173" /></a></p>
<p>Via <a href="http://www.portugal-a-programar.org/forum/index.php/topic,28940.0.html">P@P</a>.</p>
<p>Leitura complementar: <a href="http://blog.rcg-pt.net/2008/07/os-factos-da-microsoft/">Os factos da Microsoft&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Os macs são caros?</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/08/os-macs-sao-caros/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 12:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Custo]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com um artigo da Tom&#8217;s Hardware, a resposta a esta pergunta não é o &#8220;sim&#8221; incondicional que muita gente teima em dar.
Já em vários momentos fiz pesquisas à procura de portáteis para recomendar a amigos, e era frequente chegar à conclusão de que o MacBook era uma das melhores opções. Em algumas discussões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um artigo da <a href="http://www.tomshardware.com">Tom&#8217;s Hardware</a>, a resposta a esta pergunta não é o &#8220;sim&#8221; incondicional que muita gente teima em dar.</p>
<p>Já em vários momentos fiz pesquisas à procura de portáteis para recomendar a amigos, e era frequente chegar à conclusão de que o MacBook era uma das melhores opções. Em algumas discussões que tive que colegas sobre os preços dos macs, também chamava frequentemente à atenção para o facto de não se estarem a comparar máquinas exactamente iguais, e de, normalmente, algumas vantagens dos macs serem ignoradas. No entanto, sempre aceitei a ideia de que, tirando o caso do MacBook, os macs eram um pouco caros.</p>
<p>Hoje, depois de ler este artigo, <a href="http://www.tomshardware.com/reviews/apple-mac-leopard-windows-vista,1985.html">The Apple Mac Cost Misconception</a>, percebi que os macs não são significativamente mais caros quando comparados com pcs de qualidade equivalente (em vez de se fazer a comparação com pcs que <em>fazem o mesmo</em>). Isto pelo menos quando escolhemos os modelos base do macs. Os problemas são mesmo os <em>upgrades</em>, que na Apple já ficam bem mais caros do que consegue noutros lados&#8230;</p>
<p>Via <a href="http://www.tuaw.com/2008/08/07/toms-hardware-says-apple-and-pc-prices-are-equivalent/">TUAW</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/08/adopcao-de-normas-abertas-nos-sistemas-informaticos-do-estado/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 22:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Normas Abertas]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Se há coisa que me irrita, é passar a vida a receber documentos disponibilizados apenas no formato doc, muitos deles, provenientes de organismos públicos, e que sou obrigado a ler. Assim, fico contente por ver esta iniciativa PCP, que espero, venha a mudar esta situação, e outras igualmente limitadoras da liberdades dos cidadãos.
Projecto de Lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se há coisa que me irrita, é passar a vida a receber documentos disponibilizados apenas no formato <em>doc</em>, muitos deles, provenientes de organismos públicos, e que sou obrigado a ler. Assim, fico contente por ver esta iniciativa PCP, que espero, venha a mudar esta situação, e outras igualmente limitadoras da liberdades dos cidadãos.</p>
<p><a href="http://www.pcp.pt/index2.php?option=com_content&#038;do_pdf=1&#038;id=32384">Projecto de Lei n.º 577/X &#8211; Normas abertas para informática do Estado</a></p>
<blockquote><p><strong>Exposição de Motivos</strong></p>
<p>Numa época em que os Estados recorrem cada vez mais à desmaterialização de processos administrativos e aos suportes digitais, a gestão e a conservação de dados em formatos electrónicos assume uma dimensão de importância estratégica nacional.</p>
<p>Actualmente, as instituições continuam a emitir, trocar e e arquivar uma parte substancial da sua informação em suporte digital através de formatos proprietários. Trata-se de formatos de documentos cujas especificações técnicas não são tornadas públicas pelas empresas que os promovem &#8211; pelo contrário, estes formatos são normalmente cobertos por regimes de protecção da propriedade intelectual (como o registo de patentes ou o copyright).</p>
<p>Isto significa que, se a informação em causa é armazenada num formato que o fornecedor de software detém e controla, então pode acontecer que o Estado tenha a capacidade de possuir a informação, mas não tenha nenhuma maneira de a recuperar, excepto usando o software daquela empresa em questão. Se o titular dessa informação não a pode recuperar sem o consentimento do fabricante do software, então estamos perante uma situação de controlo da informação, com  implicações que podem assumir a maior gravidade.</p>
<p>Daqui resulta claro que o Estado deve garantir a soberania e o controlo sobre a informação de que é titular, pelo que não pode emitir e manter documentos em formatos cuja utilização dependa potencialmente de opções estratégicas de empresas privadas. Em larga medida, é isso que sucede actualmente. Ainda hoje, no portal da Assembleia da República na Internet, recentemente remodelado, o acesso dos cidadãos aos textos das iniciativas legislativas apresentadas no Parlamento (projectos e propostas de lei ou de resolução, etc.) é disponibilizado através de um formato proprietário, assim como outras informações e aplicações.</p>
<p>Esta situação suscita outro problema central, que se prende com o respeito pela liberdade de opção dos cidadãos na utilização de tecnologias, que o Estado tem evidentemente o dever de garantir e promover. Os cidadãos e as organizações devem poder optar livremente pelas soluções informáticas da sua conveniência e preferência, ao invés de lhes ser imposto pelo Estado, directa ou indirectamente, o recurso a determinadas marcas ou produtos.</p>
<p>Ainda na Sessão Legislativa que agora termina, o Grupo Parlamentar do PCP teve a oportunidade de alertar [Requerimento n.º 949/X (3.ª) AC de 20/3/08] para a situação que actualmente se verifica em todos os municípios: a Direcção-Geral das Autarquias Locais exige, para efeitos de fiscalização do cumprimento da Lei das Finanças Locais, que as câmaras municipais instalem e utilizem uma aplicação informática (&#8220;SIAL&#8221;) que, segundo instruções da própria Direcção-Geral, só pode funcionar em computadores com os seguintes programas: sistema operativo Microsoft Windows XP (ou superior); Microsoft Office 2003; Microsoft Office 2003 Web Components e Microsoft Internet Explorer 6.0 ou superior (ou compatível) com ligação activa. Trata-se de um exemplo particularmente negativo de dependência tecnológica do Estado para com tecnologias proprietárias, imposta e promovida directamente pelo Poder Central.</p>
<p>Pelo contrário, o que já sucede com o Diário da República Electrónico demonstra que é possível optar por formatos abertos para a publicação de documentos oficiais, respeitando e cumprindo aliás recomendações do Consórcio W3C (consórcio internacional responsável pela rede www), inclusivamente no que concerne à acessibilidade e ergonomia dos conteúdos disponibilizados. Recorrendo ao formato aberto &#8220;PDF&#8221; (portable document format), cujas especificações técnicas e direitos de propriedade intelectual pertencem já na sua parte substancial ao domínio público, o Estado português garante assim, no presente e no futuro, o acesso público aos documentos em questão. O que é particularmente importante quando os documentos em causa são as páginas do Diário da República&#8230;</p>
<p>Em suma, serviços públicos &#8211; e documentos públicos &#8211; não podem recorrer a formatos privados (proprietários). O próprio conceito de documento público implica a existência de formatos públicos, e isso significa a aplicação de normas abertas. Por outro lado, por razões de eficiência, soberania e segurança, é indispensável promover a interoperabilidade dos sistemas informáticos do Estado.</p>
<p>Interoperabilidade pressupõe compatibilidade de sistemas. Segundo a definição da ISO (a organização Internacional para a Padronização), que é aliás adoptada no articulado deste projecto de lei, trata-se da capacidade de dois ou mais sistemas (computadores, meios de comunicação, redes, software e outros componentes de tecnologia da informação) de interagir e de trocar dados de acordo com um método definido, de forma a obter os resultados esperados. Esta interacção, para ser universal no presente e no futuro, exige que os formatos definidos como norma &#8211; os standards &#8211; sejam abertos, isto é, possam ser livremente utilizados.</p>
<p>Por todas estas razões, este é um assunto suficientemente importante para justificar a aprovação de uma Lei da Assembleia da República.</p>
<p>[...]
</p></blockquote>
<p>Via <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/08/02/projecto-lei-normas-abertas/">Software Livre no Sapo</a>.</p>
<p>PS: <a href="http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?ID=34060">Não deixa de ser irónico que, no <em>site</em> da Assembleia da República, tenham disponibilizado o documento no formato doc.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Time Machine e SMB</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/time-machine-e-smb/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/time-machine-e-smb/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 15:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[SMB]]></category>
		<category><![CDATA[Time Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de alguns dias de luta, finalmente consegui pôr a Time Machine a fazer backups para o disco do router!
Primeiro comecei por tentar usar SMB, e depois alguns problemas com permissões, lá consegui montar o volume com permissões de escrita. No entanto, quando tentava fazer o backup, dava sempre erro.
Depois, tentei pôr Netatalk a funcionar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de alguns dias de <em>luta</em>, finalmente consegui pôr a Time Machine a fazer <em>backups</em> para o disco do <em>router</em>!</p>
<p>Primeiro comecei por tentar usar <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym>, e depois alguns problemas com permissões, lá consegui montar o volume com permissões de escrita. No entanto, quando tentava fazer o <em>backup</em>, dava sempre erro.<br />
Depois, tentei pôr <a href="http://netatalk.sourceforge.net/"><em>Netatalk</em></a> a funcionar no <em>router</em>, para partilhar o disco por <acronym title="Apple Filing Protocol">AFP</acronym>, que sendo o protocolo da Apple, funcionaria de certeza com a Time Machine. Apesar de ter conseguido instalar o <em>software</em> necessário, nunca consegui arrancá-lo.<br />
Depois virei-me para o <acronym title="Network File System">NFS</acronym>, e depois de muito tempo perdido de volta do ficheiro de configuração (mais uma vez, para acertar permissões), e de mais algum tempo de volta de um problema que fazia com que não conseguisse montar o volume no MacOSX, lá consegui ter o disco disponível. Mais uma vez, quando fui tentar usar a Time Machine com o disco, não consegui.<br />
Pelo meio, ainda tentei usar <acronym title="File Transfer Protocol">FTP</acronym>, mas a Time Machine nem aceitava o volume.</p>
<p>Resolvi então voltar a virar-me para o <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym> (por ser o mais simples de pôr a funcionar no <em>router</em>), e tentar resolver o erro da Time Machine. Foi então que cheguei a <a href="http://hupio.wordpress.com/2008/04/27/osx-timemachine-and-sambawindows-share/">este <em>site</em></a>, e depois de mais algumas hora, lá consegui fazer o <em>backup</em>!</p>
<p>Ficam então aqui os passos necessários para se pôr a Time Machine a usar um volume <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym>.</p>
<p>O primeiro passo é, obviamente, pôr o <acronym title="Server Message Block">SMB</acronym> disponível, com permissões de escrita. Por omissão, a Time Machime não vai ver este volume, e não o poderemos escolher. Para corrigir este problema, basta executar o comando:</p>
<p style="font-size: 9px; text-align: left;"><code>defaults write com.apple.systempreferences TMShowUnsupportedNetworkVolumes 1</code></p>
<p>Agora já podemos escolher o volume nas preferências da Time Machine. No entanto, no meu caso, quando tentava fazer o <em>backup</em>, depois de algum tempo em preparação, obtinha um erro a dizer que não conseguia criar a imagem.</p>
<p>Para resolver este problema, a solução parece ser criar uma <em>sparsebundle image</em> para a Time Machine usar. Isso pode ser feito através do Terminal, com o comando:</p>
<p style="font-size: 9px; text-align: left;"><code>hdiutil create -size</code> <em>&lt;tam&gt;</em><code>g -fs HFS+J -type SPARSEBUNDLE -volname</code> <em>&lt;nome_vol&gt; &lt;nome_comp&gt;</em><code>_</code><em>&lt;mac_addr&gt;</em><code>.sparsebundle</code></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li><em>&lt;tam&gt;</em> é o tamanho da imagem a criar, e será o tamanho máximo disponível para os <em>backups</em> (neste caso, a unidade é GB)</li>
<li><em>&lt;nome_vol&gt;</em> é o nome que vamos dar à imagem (este parâmetro não é muito relevante)</li>
<li><em>&lt;nome_comp&gt;</em> é o nome do computador (pode ser visto em <em>System Preferences > Sharing</em>)</li>
<li><em>&lt;mac_addr&gt;</em> é o <em>mac address</em> da placa <em>ethernet</em></li>
</ul>
<p>No meu caso, fiquei com um comando semelhante a este:</p>
<p style="font-size: 9px; text-align: left;"><code>hdiutil create -size 20g -fs HFS+J -type SPARSEBUNDLE -volname "Backup rcg" rcg_003f3baf65f1.sparsebundle</code></p>
<p>Depois disso, move-se a imagem criada para o volume onde queremos fazer os <em>backups</em> (não é boa ideia criar a imagem directamente onde vamos fazer <em>backup</em>, pois o processo será mais lento).</p>
<p>Supostamente, isto devia ser suficiente para os <em>backups</em> passarem a funcionar&#8230; No meu caso, ainda estava a obter um erro, a dizer que não conseguia montar o volume. Só quando desconectei o volume é que os <em>backups</em> deixaram de dar problemas (isto é um pouco estranho, mas pronto).</p>
<p>E é isto, agora já não preciso de passar a vida a ligar e desligar o disco externo. A velocidade não é grande coisa, mas se não fizerem grandes alterações às pastas que fazem <em>backups</em>, deve ser suficiente.<br />
De referir que já li alguns relatos de erros que levaram à perda dos <em>backups</em>, por isso, se estes forem muito importantes para vocês, recomendo que não usem (apenas) este método.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Tem algo a dizer? Não hesite! :)&#8221;</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/tem-algo-a-dizer-nao-hesite/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/tem-algo-a-dizer-nao-hesite/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 12:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta frase pode ser encontrada acima da caixa de comentários de um blog que costumo ler. No entanto, acho que os autores do blog deviam fazer uma ligeira alteração à frase: &#8220;Tem algo a dizer? Se concorda connosco, Não hesite!  &#8221;.
Na sequência da discussão deste post, resolvi fazer alguns comentários. Não ao post em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta frase pode ser encontrada acima da caixa de comentários de <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/07/11/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/">um <em>blog</em> que costumo ler</a>. No entanto, acho que os autores do <em>blog</em> deviam fazer uma ligeira alteração à frase: &#8220;Tem algo a dizer? Se concorda connosco, Não hesite! <img src='http://blog.rcg-pt.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> &#8221;.</p>
<p>Na sequência da discussão <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/07/11/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/">deste post</a>, resolvi fazer alguns comentários. Não ao <em>post</em> em si, pois acreditei que até era verdade o que diziam (aparentemente, depois de vermos alguns comentários, percebemos que algumas informações  talvez não sejam totalmente verdadeiras), e faziam muito bem em informar os consumidores. Apenas respondi a alguns comentários já existentes (sendo o que motivou a minha primeira intervenção, da autoria do autor do <em>post</em>), com os quais não concordava.</p>
<p>Vai-se lá saber porquê (algo me diz que foi por discordar das ideias dos autores do <em>blog</em>), os meus comentários foram apagados. Acho que censurar comentários num <em>blog</em> (ou num fórum, ou noutra coisa semelhante), é mau, e só demonstrar que algumas pessoas apenas querem impor as suas ideias aos outros, sem as discutir sequer. Mas há alguns motivos pelos quais aceito que se tome essa atitude, nomeadamente, quando os comentários se afastam do assunto em discussão, o que até era o caso. Não sei se foi este o motivo, mas se foi, tendo em conta que no meu primeiro comentário me limitei a responder a uma questão implícita num comentário do autor do <em>post</em>, se calhar não devia ser só o meu comentário a ser apagado. Além disso, todos os outros eram respostas a comentários que se mantinham fora do assunto inicial, mas que não fora apagados (será porque eram favoráveis às opiniões do <em>blog</em>?).</p>
<p>Mas o pior de tudo, é que as respostas aos meus comentários continuaram por lá. Ora isto parece-me uma falta de seriedade bastante grande, pois deixam as pessoas fazerem-nos as críticas que quiserem, e retiram-nos a hipótese de nos defendermos e refutarmos essas críticas. Mais ainda, numa das respostas do autor do <em>post</em> (que pode ser vista no fundo da imagem que está <a href="http://blog.rcg-pt.net/wp-content/uploads/sl-coment.png">neste link</a>*), este dá a ideia que eu defendo uma coisa, quando eu tinha dito explicitamente no final de um comentário que ele cita, que não defendia isso (curiosamente, omitiu na citação a parte onde eu dizia isso), e coloca-me questões às quais ele (pressuponho que sendo um dos autores do <em>blog</em> também tenha alguma responsabilidade nos comentários que são apagados) não me dá a hipótese de responder.</p>
<p>Penso que isto é particularmente grave, sobretudo o facto do autor do <em>post</em> ter deixado uma resposta a um comentário que apagou (se não foi ele, tal como já disse, penso que devia poder intervir no assunto), e que sabe que não pode ser criticada. É curioso que sejam atitudes tomadas por pessoas que se dizem defensoras da liberdade (ou pelo menos da liberdade no software)&#8230; Parece que têm um conceito de liberdade estranho.</p>
<hr width="40%" align="left"/>
<p>* Na mesma imagem, podem ver na parte de cima a citação de um <em>post</em> que parece deitar por terra a afirmação de que &#8220;O iPhone bloqueia o Software Livre&#8221; presente no <em>post</em> inicial (que se intitula <a href="http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/07/11/5-motivos-para-evitar-o-iphone-3g/"><em>5 motivos para evitar o iPhone 3G</em></a>), mas curiosamente, o autor da resposta, que é o também o autor do <em>post</em>, ignora que a sua afirmação parece ser inválida, e em vez de tentar mostrar que não, resolve tentar encontrar outros defeitos na política da Apple (sublinho que também acho que não faz qualquer sentido que a Apple controle o software que é instalado no iPhone, e que obrigue os programadores a darem-lhe parte das receitas obtidas com a comercialização de software para o iPhone).<br />
E já agora, aparentemente, a afirmação do &#8220;iphone tracking&#8221; também é falsa, pelo menos já há lá um comentário a dizer porquê, e ainda não vi ninguém a mostrar que ele estava errado.<br />
É claro que os <em>erros</em> continuam no <em>post</em> inicial, o que dá a entender que o objectivo dos autores não é informar os consumidores de possíveis defeitos do iPhone, mas defender cegamente um ponto de vista.</p>
<hr width="40%" align="left"/>
<p>(editado a 14 de Julho de 2008, às 15h35min)</p>
<p><strong>NOTA:</strong> O Rui Seabra (autor do <em>post</em> em discussão), deixou alguns esclarecimentos ao assunto. De acordo com o mesmo, tratou-se de um problema do sistema anti-spam. Para mais esclarecimentos podem ler os comentários.<br />
De referi que, à data da escrito deste post, as afirmações que fiz eram válidas (embora algumas das <strong>suposições</strong> o pudessem não ser, nomeadamente no que respeita às possibilidades do Rui Seabra intervir no assunto).<br />
Por último, agradeço o facto deste ter recuperado os meus comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os factos da Microsoft&#8230;</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/os-factos-da-microsoft/</link>
		<comments>http://blog.rcg-pt.net/2008/07/os-factos-da-microsoft/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 09:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Factos]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Minho]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se já alguma vez reparam nas campanhas publicitárias da Microsoft &#8220;Obtenha os factos&#8221;, mas se não viram, podem encontrá-las, por exemplo, aqui ou aqui.
O primeiro comentário que tenho sobre estas campanhas, é que é muito complicado comparar Windows com Linux, ou OpenOffice com MS Office. Por exemplo, dizer que se obtém mais produtividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se já alguma vez reparam nas campanhas publicitárias da Microsoft &#8220;Obtenha os factos&#8221;, mas se não viram, podem encontrá-las, por exemplo, <a href="http://www.microsoft.com/portugal/obtenhafactos/office.mspx">aqui</a> ou <a href="http://www.microsoft.com/portugal/obtenhafactos/default.mspx">aqui</a>.</p>
<p>O primeiro comentário que tenho sobre estas campanhas, é que é muito complicado comparar Windows com Linux, ou OpenOffice com MS Office. Por exemplo, dizer que se obtém mais produtividade com um do que com outro, muitas vezes deve-se apenas ao facto de estarmos mais habituado a usar um do que o outro. No entanto, quando me dizem que o Windows lhes permitiu obter maior fiabilidade do que o Linux, questiono-me sobre quais eram os administradores de sistemas que mantiveram a instalação do Linux, ou qual a distribuição usada&#8230;</p>
<p>Mas a razão pela qual escrevo este <em>post</em>, é sobre um dos casos práticos em particular, do qual posso falar por experiência: o da <a href="http://www.microsoft.com/portugal/obtenhafactos/casospraticos/uminho.mspx">Universidade do Minho (UM)/<em>Blackboard</em></a>.</p>
<p>Apresentar esta caso como exemplo, é, no mínimo, ridículo. E porquê? Basicamente em todo o meu percurso académico (que decorreu na <a href="http://www.uminho.pt"><acronym title="Universidade do Minho">UM</acronym></a>), só tive um professor que usou a plataforma, e não é difícil entender esta opção, pois a plataforma era difícil de utilizar, pouco funcional, e pouco <em>usável</em>, quer para os professores, quer para os alunos. Depois, os <a href="http://www.sapia.uminho.pt/">serviços de informática</a> da <acronym title="Universidade do Minho">UM</acronym>, são do pior que pode haver (e sempre me fez confusão que uma universidade com um <a href="http://www.di.uminho.pt">Departamento de Informática</a> como a <acronym title="Universidade do Minho">UM</acronym>, prestasse tão maus serviços nesta área, excepção feita aos serviços prestados directamente pelo <acronym title="Departamento de Informática">DI</acronym>), e <em>nunca</em> sabem resolver os problemas que surgem aos alunos. Logo, é de esperar que não se atribua muita credibilidade às escolhas feitas por esses senhores.</p>
<p>Assim, acho que este caso está longe de poder ser usado como exemplo&#8230;</p>
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		<title>Acessibilidade de Conteúdos na Web</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/06/acessibilidade-de-conteudos-na-web/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 22:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Normas]]></category>
		<category><![CDATA[W3C]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive hoje a ler a recomendação da W3C para acessibilidade, versão 1.0 (a versão 2.0 ainda só é Candidate Recommendation), de forma a tentar melhorar as (poucas) páginas web que desenvolvo (o blog não está incluído, pois o software que o suporta não é desenvolvido por mim, mas mesmo assim espero também corrigir alguns defeitos).
Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje a ler a recomendação da <acronym title="World Wide Web Consortium">W3C</acronym> para acessibilidade, <a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/">versão 1.0</a> (a versão 2.0 ainda só é <em><a href="http://www.w3.org/2004/02/Process-20040205/tr.html#RecsCR">Candidate Recommendation</a></em>), de forma a tentar melhorar as (poucas) páginas <em>web</em> que desenvolvo (o <em>blog</em> não está incluído, pois o <em>software</em> que o suporta não é desenvolvido por mim, mas mesmo assim espero também corrigir alguns defeitos).</p>
<p>Não tenho por objectivo cumprir todas as regras (espero pelo menos atingir o <a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/#Conformance">nível de conformidade A</a>), no entanto, parece-me que a maior parte delas até são relativamente fáceis de respeitar. Apesar disso, passo a vida a ver sites de dimensão considerável a não cumprirem algumas regras bastantes simples, o que me leva a colocar a questão: será que os profissionais da área do desenvolvimento <em>web</em> se dão ao trabalho de ler as recomendações da <acronym title="World Wide Web Consortium">W3C</acronym>?</p>
<p>Fica a sugestão, para quem ainda não as leu, que o faça. Mesmo que não implementem tudo como é sugerido (pois é provável que tal obrigasse a que certas páginas não ficassem tão funcionais para os utilizadores <em>normais</em>, ou a fazer páginas não tão agradáveis visualmente), provavelmente ficarão a conhecer alguns aspectos que podem facilmente melhorar nas suas páginas, e que contribuirão para uma <em>web</em> mais acessível, por vezes até para utilizadores <em>normais</em>.</p>
<p>Algumas ligações úteis:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.w3.org/WAI/">Web Accessibility Initiative</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/">Web Content Accessibility Guidelines 1.0</a></li>
<li><a href="http://www.utad.pt/wai/wai-pageauth.html">Web Content Accessibility Guidelines 1.0 (versão em português)</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/full-checklist.html">Checklist of Checkpoints for Web Content Accessibility Guidelines 1.0</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/WAI/ER/tools/complete">Complete List of Web Accessibility Evaluation Tools</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/WAI/intro/wcag20">Overview of WCAG 2.0 Documents</a></li>
</ul>
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		<title>aMule 2.2.1 lançado (finalmente!)</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/06/amule-221-lancado-finalmente/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 11:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[aMule]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muitos meses de espera, e de vários adiamentos, a versão 2.2.1 do aMule chegou! A nova versão já trás algumas novidades bastante úteis, como ofuscação ou o suporte para ficheiros de grande dimensão.
Mais novidades aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muitos meses de espera, e de vários adiamentos, a versão 2.2.1 do aMule chegou! A nova versão já trás algumas novidades bastante úteis, como ofuscação ou o suporte para ficheiros de grande dimensão.</p>
<p>Mais novidades <a href="http://www.amule.org/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Está quase perfeito : )</title>
		<link>http://blog.rcg-pt.net/2008/05/esta-quase-perfeito/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2008 18:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Leopard]]></category>
		<category><![CDATA[Spaces]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sequência de posts dedicados ao Leopard, tencionava ter escrito ainda mais uma crítica, sobre uma das funcionalidades sobre a qual tinha mais expectativas, mas que acabou por me desiludir bastante, o Spaces. Infelizmente acabei por não ter tempo de escrever nada antes.
E estou a escrever agora porque parece que com a última actualização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência de <em>posts</em> dedicados ao <em>Leopard</em>, tencionava ter escrito ainda mais uma crítica, sobre uma das funcionalidades sobre a qual tinha mais expectativas, mas que acabou por me desiludir bastante, o <em>Spaces</em>. Infelizmente acabei por não ter tempo de escrever nada antes.</p>
<p>E estou a escrever agora porque parece que com a última actualização do SO, a versão 10.5.3, a maior partes dos problemas foram resolvidos <img src='http://blog.rcg-pt.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Bem, primeiro, os problemas que havia anteriormente. Basicamente, o <em>Spaces</em> tinha sido pensado para os utilizadores organizarem as várias áreas de trabalho em função das aplicações, <em>i.e.</em>, para que todas as janelas de uma aplicação estivessem concentradas num único espaço. Pessoalmente, nunca me pareceu que isso fosse a melhor maneira de fazer as coisas&#8230; Embora para algumas aplicações (como o <em>iTunes</em>, o <em>iCal</em>, o <em>Mail</em>, o <em>Adium</em>, e outras em que normalmente só tenho uma janela aberta) até usasse sempre a mesma área de trabalho, preferia organizavar as coisas em função das tarefas que estava a efectuar, e tinha aplicações como o <em>Terminal</em>, o <em>Safari</em>, o <em>Vim</em>, etc. constantemente a serem abertas e fechadas em vários espaços.</p>
<p>Mas afinal qual era o problema?<br />
Quando tinha uma janela do <em>Safari</em>, por exemplo, aberta na área 1, e estava a trabalhar na área 2, onde precisava de abrir também uma janela do <em>Safari</em>, caso clicasse no ícone do <em>Safari</em> na <em>Dock</em>, ou usasse o <em>Cmd+Tab</em> para mudar de aplicação, ia parar à área 1 (onde estava uma janela do <em>Safari</em> aberta). Ou seja, abrir janelas de uma aplicação que só tinha janelas abertas noutros espaços, era uma chatice. Pior do que isso, às vezes, até quando tinha janelas abertas na área de trabalho actual, as coisas funcionavam mal&#8230;<br />
Ainda usei <a href="http://www.macosxhints.com/article.php?story=2008021122525348">esta opção</a> para desactivar as mudanças de espaço automaticamente, mas aí, quando mudava de aplicação, mesmo tendo janelas abertas no espaço em que estava a trabalhar, nem sempre passavam para a frente das outras (eventualmente seriam as janelas de outro espaço que estavam a ser activadas, não sei). Embora tenha continuado com esta opção assim, o <em>Spaces</em> não funcionava tão bem como devia.</p>
<p>Mas agora parece que as coisas já começaram a funcionar!<br />
A última actualização, para além de corrigir alguns aspectos que eram mesmo <em>bugs</em> (como o mudar de espaço quando existiam janelas no espaço actual), trouxe uma nova opção nas preferências, que permite desactivar a mudança de espaços, mas não totalmente. Assim, quando clicamos na <em>Dock</em>, ou usamos o <em>Cmd+Tab</em> para mudar de aplicação, não se muda de área de trabalho. No entanto, se clicarmos na <em>Dock</em> quando já temos a aplicação activa (se clicarmos duas vezes na <em>Dock</em>, por exemplo), já mudamos de espaço.</p>
<p>Apesar de ainda ter alguns pormenores que poderiam ser melhorados (por exemplo, permitir que se escolham as aplicações para as quais queremos ou não mudar de espaço, da mesma forma que podemos associar uma aplicação a um espaço), parece que já está bastante bom.</p>
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