Yet Another Blog

Arquivo da Categoria ‘Mac’

Contributo do iPhone

Quinta-feira, 4 de Março de 2010

Pessoalmente nunca fui grande fã do iPhone. Apesar de ser um mac user, e de achar que o iPhone tem uma usabilidade bastante acima da média quando comparado com outros dispositivos do mesmo género, nunca foi um produto que eu achasse que valia a pena comprar.

Apesar de tudo, hoje descobrir um motivo para gostar do iPhone. Parece que a Virgin America decidiu deixar de usar flash no seu site devido ao facto do iPhone não o suportar.

Ou seja, o iPhone poderá contribuir para que os web developers comecem a pensar se realmente precisam de usar flash e recorram a este apenas quando é mesmo necessário.

Widget DicionarioPT agora com conjugação de verbos

Terça-feira, 19 de Maio de 2009

Era uma das funcionalidades que temos disponível no site da Priberam, mas que não estava acessível no widget. Agora este problema foi resolvido, e os links que permitem conjugar um verbo já estão a funcionar :)

Entretanto, aproveitei para criar uma página para o widget, onde está disponível um changelog (para além da descrição do widget, e onde colocarei outras informações relevantes).

Click to Flash

Sábado, 16 de Maio de 2009

Há uns anos atrás, comecei a usar uma extensão para o Safari chamada SafariStand. Já não sei exactamente qual o motivo que me levou a usar esta extensão, mas com o tempo comecei a dar cada vez menos importância às funcionalidade por esta disponibilizadas. Actualmente, penso que a única funcionalidade que realmente me dava jeito era a capacidade de bloquear flash nos sites, sendo estes conteúdos apenas carregados quando clicasse neles.

Como o Stand é uma extensão um pouco pesada, decidi procurar por outras extensões que me permitissem bloquear flash no Safari, e encontrei uma extensão chamada Click to Flash. Tal como o nome indica, serve para bloquear flash, e possuiu mais algumas opções neste campo quando comparado com o Stand. Por exemplo, permite indicar sites em que o flash não é bloqueado, ou carregar todos os conteúdos em flash de uma página de uma só vez.

Para aqueles que usam Safari/MacOSX, e que, tal como eu, se sentem incomodados com grande parte das animações flash que se vêem nos sites, penso que é uma extensão que vale a pena experimentar.

Mas um widget – GuiaTV

Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Como parece que também havia bastante gente a usar o widget GuiaTV (tal como o Dicionario, este também da autoria do José Coelho), resolvi revê-lo, de forma a tentar resolver os problemas que tinha, e parece que ficou novamente a funcionar :)

Quem estiver interessado, pode fazer o download aqui.

Dicionário de português – widget para MacOSX

Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

O Dicionário era um dos widgets que mais falta me fazia no MacOSX. Infelizmente, há alguns dias atrás, depois de algumas alterações no site da Priberam (donde o widget extraía a informação), deixou de funcionar. Adicionalmente, o autor (José Coelho) também deixou de manter o widget.

Resolvi então dedicar algum tempo a analisar o código fonte do widget, de modo a tentar resolver o problema.

Nunca tinha trabalhado no desenvolvimento de widgets, nem com JavaScript (a linguagem mais relevante para este widget), mas a Apple disponibiliza uma excelente ferramenta para este tipo de tarefa, o Dashcode (que infelizmente só descobrir depois de já ter perdido umas horas a usar o Vim como editor, e a Console para ver os erros), e o JavaScript também é relativamente simples (a minha maior dificuldade foi não ter encontrado uma API com as funções que poderia usar).

E assim, aos fim de alguns dias, lá consegui colocar o widget novamente funcional.

Quem estiver interessado, pode fazer download do widget aqui: DicionarioPT.
Também criei uma página com informações sobre o widget aqui.

25 anos

Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Time Machine no Tiger ou no Linux

Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

Há algum tempo atrás, depois de começar a usar um MacBook como a minha máquina principal, decidi voltar a meter o Tiger no meu PowerBook. Tendo em conta o pouco uso que lhe dou actualmente, chega perfeitamente. A única funcionalidade que senti mesmo falta, foi a Time Machine.

Tendo em conta que era uma funcionalidade que também me dava jeito no Linux, decidi investigar um pouco, para ver se encontrava alguma alternativa. Depois de ler isto e isto, consegui perceber o funcionamento da Time Machine. As scripts apresentadas nos sites indicados, tinha o problema de não fazer uma gestão tão elaborada dos backups antigos como a Time Machine. Assim, decidi fazer uma script um pouco mais completa.

O resultado final pode ser encontrado aqui.

É uma script Perl, que faz backups incrementais (usando o rsync), e que apenas apaga os antigos, caso seja usada uma opção disponível para esse efeito. A estratégia seguida para apagar backups antigos é semelhante à seguida na Time Machine: backups das últimas 24 horas, backups diários dos últimos 30 dias, e backups semanais no resto (no entanto, alterando algumas varáveis na script, podemos adaptar isto às nossas necessidade).

Para ter a script a correr de hora em hora, é só adicionar uma entrada no cron (o ideal seria usar o launchd, mas estava a ter alguns problemas com esta alternativa).

NOTA: A script foi testada em Linux (Debian 4.0) e em MacOSX, estando, aparentemente, a funcionar sem problemas. Ainda assim, recomendo algum cuidado com a sua utilização, pois pode conter bugs. Deverá funcionar em qualquer sistema UNIX, mas não testei em mais nenhum, para além dos 2 anteriormente citados.

Os macs são caros?

Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

De acordo com um artigo da Tom’s Hardware, a resposta a esta pergunta não é o “sim” incondicional que muita gente teima em dar.

Já em vários momentos fiz pesquisas à procura de portáteis para recomendar a amigos, e era frequente chegar à conclusão de que o MacBook era uma das melhores opções. Em algumas discussões que tive que colegas sobre os preços dos macs, também chamava frequentemente à atenção para o facto de não se estarem a comparar máquinas exactamente iguais, e de, normalmente, algumas vantagens dos macs serem ignoradas. No entanto, sempre aceitei a ideia de que, tirando o caso do MacBook, os macs eram um pouco caros.

Hoje, depois de ler este artigo, The Apple Mac Cost Misconception, percebi que os macs não são significativamente mais caros quando comparados com pcs de qualidade equivalente (em vez de se fazer a comparação com pcs que fazem o mesmo). Isto pelo menos quando escolhemos os modelos base do macs. Os problemas são mesmo os upgrades, que na Apple já ficam bem mais caros do que consegue noutros lados…

Via TUAW.

Time Machine e SMB

Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Depois de alguns dias de luta, finalmente consegui pôr a Time Machine a fazer backups para o disco do router!

Primeiro comecei por tentar usar SMB, e depois alguns problemas com permissões, lá consegui montar o volume com permissões de escrita. No entanto, quando tentava fazer o backup, dava sempre erro.
Depois, tentei pôr Netatalk a funcionar no router, para partilhar o disco por AFP, que sendo o protocolo da Apple, funcionaria de certeza com a Time Machine. Apesar de ter conseguido instalar o software necessário, nunca consegui arrancá-lo.
Depois virei-me para o NFS, e depois de muito tempo perdido de volta do ficheiro de configuração (mais uma vez, para acertar permissões), e de mais algum tempo de volta de um problema que fazia com que não conseguisse montar o volume no MacOSX, lá consegui ter o disco disponível. Mais uma vez, quando fui tentar usar a Time Machine com o disco, não consegui.
Pelo meio, ainda tentei usar FTP, mas a Time Machine nem aceitava o volume.

Resolvi então voltar a virar-me para o SMB (por ser o mais simples de pôr a funcionar no router), e tentar resolver o erro da Time Machine. Foi então que cheguei a este site, e depois de mais algumas hora, lá consegui fazer o backup!

Ficam então aqui os passos necessários para se pôr a Time Machine a usar um volume SMB.

O primeiro passo é, obviamente, pôr o SMB disponível, com permissões de escrita. Por omissão, a Time Machime não vai ver este volume, e não o poderemos escolher. Para corrigir este problema, basta executar o comando:

defaults write com.apple.systempreferences TMShowUnsupportedNetworkVolumes 1

Agora já podemos escolher o volume nas preferências da Time Machine. No entanto, no meu caso, quando tentava fazer o backup, depois de algum tempo em preparação, obtinha um erro a dizer que não conseguia criar a imagem.

Para resolver este problema, a solução parece ser criar uma sparsebundle image para a Time Machine usar. Isso pode ser feito através do Terminal, com o comando:

hdiutil create -size <tam>g -fs HFS+J -type SPARSEBUNDLE -volname <nome_vol> <nome_comp>_<mac_addr>.sparsebundle

Onde:

  • <tam> é o tamanho da imagem a criar, e será o tamanho máximo disponível para os backups (neste caso, a unidade é GB)
  • <nome_vol> é o nome que vamos dar à imagem (este parâmetro não é muito relevante)
  • <nome_comp> é o nome do computador (pode ser visto em System Preferences > Sharing)
  • <mac_addr> é o mac address da placa ethernet

No meu caso, fiquei com um comando semelhante a este:

hdiutil create -size 20g -fs HFS+J -type SPARSEBUNDLE -volname "Backup rcg" rcg_003f3baf65f1.sparsebundle

Depois disso, move-se a imagem criada para o volume onde queremos fazer os backups (não é boa ideia criar a imagem directamente onde vamos fazer backup, pois o processo será mais lento).

Supostamente, isto devia ser suficiente para os backups passarem a funcionar… No meu caso, ainda estava a obter um erro, a dizer que não conseguia montar o volume. Só quando desconectei o volume é que os backups deixaram de dar problemas (isto é um pouco estranho, mas pronto).

E é isto, agora já não preciso de passar a vida a ligar e desligar o disco externo. A velocidade não é grande coisa, mas se não fizerem grandes alterações às pastas que fazem backups, deve ser suficiente.
De referir que já li alguns relatos de erros que levaram à perda dos backups, por isso, se estes forem muito importantes para vocês, recomendo que não usem (apenas) este método.

“Tem algo a dizer? Não hesite! :)”

Domingo, 13 de Julho de 2008

Esta frase pode ser encontrada acima da caixa de comentários de um blog que costumo ler. No entanto, acho que os autores do blog deviam fazer uma ligeira alteração à frase: “Tem algo a dizer? Se concorda connosco, Não hesite! :) ”.

Na sequência da discussão deste post, resolvi fazer alguns comentários. Não ao post em si, pois acreditei que até era verdade o que diziam (aparentemente, depois de vermos alguns comentários, percebemos que algumas informações talvez não sejam totalmente verdadeiras), e faziam muito bem em informar os consumidores. Apenas respondi a alguns comentários já existentes (sendo o que motivou a minha primeira intervenção, da autoria do autor do post), com os quais não concordava.

Vai-se lá saber porquê (algo me diz que foi por discordar das ideias dos autores do blog), os meus comentários foram apagados. Acho que censurar comentários num blog (ou num fórum, ou noutra coisa semelhante), é mau, e só demonstrar que algumas pessoas apenas querem impor as suas ideias aos outros, sem as discutir sequer. Mas há alguns motivos pelos quais aceito que se tome essa atitude, nomeadamente, quando os comentários se afastam do assunto em discussão, o que até era o caso. Não sei se foi este o motivo, mas se foi, tendo em conta que no meu primeiro comentário me limitei a responder a uma questão implícita num comentário do autor do post, se calhar não devia ser só o meu comentário a ser apagado. Além disso, todos os outros eram respostas a comentários que se mantinham fora do assunto inicial, mas que não fora apagados (será porque eram favoráveis às opiniões do blog?).

Mas o pior de tudo, é que as respostas aos meus comentários continuaram por lá. Ora isto parece-me uma falta de seriedade bastante grande, pois deixam as pessoas fazerem-nos as críticas que quiserem, e retiram-nos a hipótese de nos defendermos e refutarmos essas críticas. Mais ainda, numa das respostas do autor do post (que pode ser vista no fundo da imagem que está neste link*), este dá a ideia que eu defendo uma coisa, quando eu tinha dito explicitamente no final de um comentário que ele cita, que não defendia isso (curiosamente, omitiu na citação a parte onde eu dizia isso), e coloca-me questões às quais ele (pressuponho que sendo um dos autores do blog também tenha alguma responsabilidade nos comentários que são apagados) não me dá a hipótese de responder.

Penso que isto é particularmente grave, sobretudo o facto do autor do post ter deixado uma resposta a um comentário que apagou (se não foi ele, tal como já disse, penso que devia poder intervir no assunto), e que sabe que não pode ser criticada. É curioso que sejam atitudes tomadas por pessoas que se dizem defensoras da liberdade (ou pelo menos da liberdade no software)… Parece que têm um conceito de liberdade estranho.


* Na mesma imagem, podem ver na parte de cima a citação de um post que parece deitar por terra a afirmação de que “O iPhone bloqueia o Software Livre” presente no post inicial (que se intitula 5 motivos para evitar o iPhone 3G), mas curiosamente, o autor da resposta, que é o também o autor do post, ignora que a sua afirmação parece ser inválida, e em vez de tentar mostrar que não, resolve tentar encontrar outros defeitos na política da Apple (sublinho que também acho que não faz qualquer sentido que a Apple controle o software que é instalado no iPhone, e que obrigue os programadores a darem-lhe parte das receitas obtidas com a comercialização de software para o iPhone).
E já agora, aparentemente, a afirmação do “iphone tracking” também é falsa, pelo menos já há lá um comentário a dizer porquê, e ainda não vi ninguém a mostrar que ele estava errado.
É claro que os erros continuam no post inicial, o que dá a entender que o objectivo dos autores não é informar os consumidores de possíveis defeitos do iPhone, mas defender cegamente um ponto de vista.


(editado a 14 de Julho de 2008, às 15h35min)

NOTA: O Rui Seabra (autor do post em discussão), deixou alguns esclarecimentos ao assunto. De acordo com o mesmo, tratou-se de um problema do sistema anti-spam. Para mais esclarecimentos podem ler os comentários.
De referi que, à data da escrito deste post, as afirmações que fiz eram válidas (embora algumas das suposições o pudessem não ser, nomeadamente no que respeita às possibilidades do Rui Seabra intervir no assunto).
Por último, agradeço o facto deste ter recuperado os meus comentários.